Divisão Velopata – Abril engripado, sete vezes encarochado

Quando a vida te der limões, faz limonada.

in Epitáfio de Marshall Pinckney Wilder

 

Limões.

É o plural que resume o velopático mês de Abril deste ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e dezanove.

Um conjunto de frutos de forma esférica, casca dura e côr amarelada ou esverdeada, cuja polpa se encontra dividida em secções, rodeada por uma fina película. Têm sua origem no Limoeiro.

É que até podia ser Limonada, que apesar de desprovida de teor alcoólico, o Velopata até simpatiza, mas não.

Limões.

No concreto caso velopático, nem é que a vida lhe tenha dado Limões, permitindo quiçá acompanhar umas rodadas de Tequila – o que a vida tratou de fazer, foi sim arremessar violentamente Limões na direcção de um Velopata como quem arremessa mesmo.

mui querido leitor duvida?

Atentai à seguinte cronologia de eventos;

31 de Março – Primeira Grande Gala de Congregação Velopática que por muita sorte e bravura de uns poucos Amigos com A maiúsculo se transformou na Pequena Grande Gala de Congregação de Mui Importantes Personas Velopáticas. Em mais importante a reter aqui é a palavra “Amigos”, capazes de salvar um Velopata do quiçá nome de guerra velocipédico alternativo com que ele podia saír apelidado do evento, o Fiascopata.

1 de Abril – A Cadela Descontrolada deixa este mundo. Não existem palavras capazes de descrever o profundo vazio deixado na alma velopática enquanto ele descobre a Lei Fundamental dos Canídeos.

7 de Abril – O Velopatazinho adoece com uma virulenta estripe de gripe, forçando a alguns dias de recuperação no conforto do lar, significando uma só coisa – lá se vão os treinos no (des)conforto dos rolos.

14 de Abril – O Velopata contrai Gripe Masculina enquanto a do Velopatazinho já passou, permitindo assim a um Velopata descobrir o Corolário da Parentalidade.

15 de Abril – Notre-Dame, uma catedral de estilo gótico construída no ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de onze mil e sessenta e três arde, deixando um pobre Quasimodo à rasca para encontrar um novo lar, nunca esquecendo que se nos queixamos que as rendas estão pelo preço da morte em Portugal, imagine-se em Paris. Por sorte, uma série de gente com elevados cargos por demais importantes na sociedade de bichos humanos do Século XXI (gente que produz indumentária que o Velopata nunca viu ninguém vestir na rua mas que dizem ser Haute Couture ou lá o que é), juntou eirios em monte, doando-os a Quasimodo e permitindo assim que o mui celebrado corcunda possa agora alugar um T0 nos subúrbios de Paris e… A onda de ofendidos da internet não deu tréguas. Todos se ofenderam com o facto de Moçambique estar pelas ruas da amargura devido à passagem de um Ciclone e esta gente chega-se à frente para ajudar a restaurar um símbolo da pedofilia e morte de milhares de milhões de bichos humanos aquando da Inquisição. Isto deixou uma comichão cerebral ao Velopata daquelas… Mas o que esperavam estes ofendidos de gente cujo trabalho é… Desenhar roupa que, o Velopata reitera, nunca ele ouvistou ninguém vestir?

17 de Abril – O Velopata descobre existir a profissão de condutor de enlatados para transporte de matérias perigosas.

17 de Abril mas em mais tarde – O Velopata descobre que os condutores de enlatados para transporte de matérias perigosas estão em greve e, como tal, o mundo como conhecemos neste início de Século XXI parece prestes a terminar. O retrocesso civilizacional é irrevogável. É o salve-se quem puder, enlatados primeiro.

18 de Abril – A Gripe Masculina não vacila e o Velopata obriga a Srª Velopata a registar em papel aquelas que podem muito bem ser suas últimas palavras. O ditado é extenso e inclui inúmeras referências aos reais valores pagos em eirios, da muita parafernália velocipédica adquirida. Nesse dia, mesmo às portas do que parecia um inevitável falecimento entupido em muco, o Velopata acabou por dormir no sofá.

19 de Abril – A humanidade à beira do colapso geral. A degradação dos valores e tradições como conhecemos. A greve dos condutores de enlatados para transporte de matérias perigosas que teima em continuar. A tragédia. O Horror. O Artur Albarran. Se esta desgraça não ata nem desata, pelo menos um Velopata começa a recuperar da tormenta da Gripe Masculina para poder assistir na primeira fila ao final dos tempos, apesar de sua mente divagar para questões mais importantes como; “será que amanhã já dá para pedalar?”.

20 de Abril – Afinal o mundo não vai terminar, ainda não é desta que explodirá numa efervescente bola de petróleo, jerricans e enlatados em chamas. A greve dos condutores de enlatados para o transporte de matérias perigosas termina e podemos todos respirar de alívio. Todos. De Alívio. Menos um Velopata pois a simples menção a qualquer uma das letras; P, E, D, A, L, A e R foram mais que suficientes para alevantar a ira da Srª Velopata e sem um Velopata perceber muito bem os comos, porquês e aondes, lá estava ele novamente a dormir no sofá da sala.

21 de Abril – O Velopata arriscou a pedalada, permitindo-lhe assim bisar no número de noites passadas em solitário no sofá da sala (a palavra “Abébia” encontra-se ausente do Diccionário da Srª Velopata), bem como a constatação da dura realidade que tanto o apoquentava – o Velopata sente na musculatura o Axioma do Empenão.

24 de Abril – Esperavam que um Velopata escrevesse apenas “E foram felizes para sempre…”, não? Pois claro que não. O destino reservava um último limãozinho ao Velopata que se revelaria como uma sátira ao iminente feriado.

25 de Abril Sempre! – A Srª Velopata adoeceu mas um Velopata está inclinado a acarditar, por observações in situ, que os sintomas da virulenta estripe de gripe se revelam menos experiência-de-quase-morte nas fêmeas. Que melhor maneira de um Velopata, por muitos apelidado de intrépido Ciclista e aventureiro, celebrar sua Liberdade tomando conta de sua respectiva mais ou menos doente e uma mistura de Al-Qaeda, auto-proclamado Estado Islâmico, C. I. A. e N. S. A. e que mais especialistas em terror existam, que é o Velopatazinho confinado às paredes do lar durante todo um longo dia…

26 de Abril – A Srª Velopata melhorou e todos tentaram sobreviver felizes para sempre.

Se isto não é a vida a atentar violenta e gratuitamente contra um Velopata, arremessando Limões às suas belas feições… Então o Velopata nem quer saber como será.

Ainda para mais, escreve-se sobre Limões daqueles bem grandes, pesados e maciços, carregadinhos de sumo e polpa e coiso do mais azedo e intragável que o inferno dos paladares consiga invocar.

Por estas linhas, certamente o mui assertivo leitor aguarda ansioso, pela explicação das postulações velopáticas que os eventos acima permitiram inferir, nomeadamente;

  • Lei Fundamental dos Canídeos

Quando adoptas um canídeo ou até mesmo compras (no caso de seres um bicho humano frio, cruel e insensível), o que ninguém te explica é que estás basicamente a preparar o caminho para uma daquelas tragédias na tua vida futura. Isto é válido para a maioria dos Animais de Estimação, excluíndo talvez as Tartarugas que podem sempre viver mais anos que seus donos.

  • Corolário da Parentalidade

O Velopata ouviu muita coisa bonita sobre a maravilha que é ser Progenitor. Assim mesmo, com P maiúsculo. Agora para o que ninguém preparou um Velopata foi a sinistralidade que a Saúde do lar velopático sofreria aquando da entrada do Velopatazinho na piscina de germes, virús, bactérias e sabe Nosso Senhor Joaquim Agostinho mais o quê, que é o Universo Conhecido, particularmente em endereços importantes como a Escola. De um grosseiro modo, o que este Corolário justifica é o modo como a doença trazida por aquela Arma de Destruição Maciça Miniatura se espalha por todo o agregado familiar e arredores.

Duvidai?

Atentai aos seguintes factos; a média de gripes velopáticas por ano sempre foi inferior a uma por ano. Era raro um Velopata contraír Gripe Masculina, nunca esquecendo a importante labuta de seu Sistema Imunitário equipado com anticorpos em carbono de alto módulo. Deu-se a chegada do Velopatazinho e… Aí umas seis valentes crises de Gripe Masculina em dois míseros anos, salve-se quem puder, Velopatas primeiro.

  • Axioma do Empenão

Não há Carocha como aquela que nos é servida na primeira pedalada após a sobrevivência à enfermidade. Seja pedalada de grupo ou a solo. Todos os astros se juntam e colaboram para te espetar o maior Empenão da vida. O deplorável estado a que vais chegar leva a questionar se alguma vez soubeste mesmo pedalar; pernas, músculos e pulmões parecem ter esquecido tudo.

prontos.

Era mais ou menos isto que um Velopata queria partilhar com a sua legião de milhares de milhões de seguidores.

Foi ou não um espectacular Abril deste ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e dezanove?

Se não o foi para um Velopata, certamente o terá sido para os restantes cento e noventa e cinco membros do grandioso clube strávico que é a Divisão Velopata, a avaliar pelas suas prestações.

Jersey Papa-Quilómetros

1º Professor Carochas – 2109,4 Km

2º Sérgio Coelho – 1704,5 Km

3º Frinxas él Térribelé ®️ – 1557,7 Km

Professor Carochas mantém a sua toada carocheira enquanto o nosso mui querido Ciclista de marca registada, Frinxas, é encarochado pela fulgurante entrada directa para o segundo lugar do pódio sob o pedal de um rijo moçe são bartolomiense de messiniense, Sérgio Coelho, que não será nenhum estranho nos pódios do mais grandioso clube strávico tendo já obtido registos importantes nas jerseys de Crazy Ride bem como Carapau de Corrida. Veremos se esta tendência poliglotofilíaca se mantém.

Jersey Carapau de Corrida

1º Fernando Coelho – 33 Km/h

2º João Samora – 31,8 Km/h

3º O Holandês Voador – 31,7 Km/h

Segundo devaneios cerebrais velopáticos, este parece ter sido um mês onde as respectivas dos Ciclistas são bartolomienses de messinoenses parecem ter decidido premiar seus moçes com verdadeira Liberdade velocipédica, assim justificando-se a presença de outro são bartolomioense de messiniense nos cimeiros lugares dos mui celebrados pódios mensais.

À semelhança do transacto ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e dezoito, esta é aquela época do ano onde Fernando Coelho distribui ressabiadas carochas pelos suspeitos do costume, no entanto, o grande destaque são ambas as duas rompantes entradas nestes ressabiados meandros; João Samora e O Holandês Voador da Quarteira.

joaosamora
João Samora, é favor mostrar um pouquinho mais de respeito pelos marcos da Mítica Estrada Nacional 2, evitando o que parece ser obrar nestes.

Que razões terão levado a estas duas aceleradas entradas, o Velopata ainda não conseguiu coscuvilhar até à hora desta publicação, no entanto, no caso do Holandês Voador da Quarteira, tal poderá dever-se à quantidade de provas anfíbias nas quais o moçe não pára de participar e já se sabe como é esta malta anfíbia – em distâncias inferiores a trinta quilómetros, velocidade ressabiada é com eles. Já distâncias superiores a trinta quilómetros e é um “Ai Nosso Senhor Seja-Lá-Qual-For-O-Padroeiro-Batráquio me acuda!”…

holandesvoador
A Canyoncoisa do Holandês Voador da Quarteira. Se o mui querido leitor procurar no Diccionário Português pela definição de “Aero a mais”, esta é a foto que acompanha essa descrição.

Jersey Cabra da Montanha

1º Professor Carochas – 32201 m

2º Frinxas él Térribelé ®️ – 18202 m

3º Açoriano Ressabiado Especializado – 15783 m

Professor Carochas e o Ciclista das aberturas estreitas com marca registada e tudo, Frinxas, continuam sua carocheira discussão sobre quem embute mais metros de desnível positivo acumulado nos seus pistons velocipédicos, mas o principal destaque deste mês de Abril de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e dezanove é o regresso de Açoriano Ressabiado Especializado, desaparecido dos mui carinhosos pódios velopáticos circa Janeiro do ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e dezoito.

Se no transacto ano, suas aparições deveram-se à preparação da equipa algarvia da Specialicoiso para os vários granfondues, veremos que surpresas podem estar na calha por parte da malta especializada, nunca esquecendo que a maioria dos granfondues algarvios já terminaram.

marco
E ainda há os que se queixam que o Velopata regista tudo e mais alguma coisa no Strava… Alguém consegue explicar que raios de registo strávico foi este, partilhado por Açoriano Ressabiado Especializado? E pior, que Bicicleta é esta? Será um novo modelo da Specialicoiso para tornar obsoletas as gaivotas (a embarcação, não o bicho), dotando estas de uma maior rigidez e aero?

Jersey Alucinado Diário

1º David Matos – 43 voltas

2º Frinxas él Térribelé ®️ – 41 voltas

3º O Velopata – 40 voltas

Eis o regresso do mais grande commuter do nosso mui adorado clube, David Matos, provando que se mantém na luta pelo pódio final e com pedalada para continuar a distribuir carochas cheias de Zen e Pranayama e Abhyanga e Tofu e coiso.

davidmatos
Isto sim é um Commuter, sem intempérie que o demova, commutando como quem commuta mesmo. No canto superior direito da fotografia, podem ainda ver parte do dedo de David Matos, numa das suas raras aparições em foto.

Já um Velopata, acometido de uma incapacitante Gripe Masculina, acabou por não conseguir encher vossos feeds strávicos daqueles seus habituais commutes semanais, assim descendo para o terceiro lugar do pódio, ultrapassado por aquele que parece ser o Ciclista mais poliglotofílico de todos os membros do nosso clube, não sendo assim surpreendente que até tenha marca registada e tudo.

Jersey Melhor Batráquio

1º O Senhor Triatlo – 1169,1 Km

2º O Holandês Voador – 808,6 Km

3º A Senhora Pneus Vazios – 704,8 Km

Os dois cimeiros lugares do nosso mui querido pódio com humidade a mais não serão surpresa para ninguém, particularmente quando se atenta ao facto que estes dois rijos batráquios não falham uma oportunidade para distribuir anfíbias carochas pela concorrência e o que parece não faltar são provas batráquias por este recanto à beira-mar mal plantado com eucaliptos em monte.

A grande surpresa nos pantanosos meandros do nosso mui estimado clube surge pelo chapinhar de A Senhora Pneus Vazios que apesar de já por algumas ocasiões ter picado o ponto na classificação das Fêmeas, nunca o havia conseguido na classificação batráquia.

analeal
Por favor alguém explique à A Senhora Pneus Vazios que de modo a salvaguardar o full aero, as mãos devem ser mantidas no guiador ou barras aerocoisas.

Jersey Lanterna Vermelha

Carlos Miguel Monteiro

No decorrer da P. G. G. C. M. I. P. V., a Pequena Grande Gala de Congregação de Mui Importantes Personas Velopáticas, Carlos Miguel Monteiro, velopáticamente apadrinhado como uma espécie de Commuter Alucinado armado ao Cicloturista (não somos todos?), confessou não atribuir assim tão grande relevância à mais grande rede social criada que é o Strava.

E isto deixou um Velopata, no mínimo, dessincronizado.

Não satisfeito com o embasbacado olhar velopático ante tamanha revelação, Carlos Miguel Monteiro ainda apresentou uma ousadia tal, referindo que inúmeras vezes recorria a outras blasfemas redes sociais para registo de suas voltas.

Como não se brinca com coisas sérias, apenas uma solução restava ao Velopata – aproveitar quando os registos strávicos do moçe fossem nulos e tentar o vexame em praça velopática.

Jersey Melhor Macho Ressabiado

1º Professor Carochas

2º Frinxas él Térribelé ®️

3º O Holandês Voador

Tendo em conta tudo o que foi escrito (exceptuando talvez a exacerbada parvoíce), parece a um Velopata que o pódio final dos melhores machos ressabiados deste mês de Abril do ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e dezanove é mais que justo.

Como sempre, já sabem – é recomendação velopática que quaisquer dúvidas podem e devem ser resolvidas no alcatrão ou trilhos.

Jersey Melhor Fêmea Ressabiada

1ª A Senhora Pneus Vazios

2ª Mad Fontinhas

3ª n.d.

Um momento histórico no âmago da Divisão Velopata.

Pela primeira vez, apenas duas fêmeas pedalaram significativamente de modo a que se pode escrever que, efectivamente, pedalaram (sim mui querido leitor, n..d. significa “não disponível”).

Até as nossas habitués Ally Martins, Verónica Fernandes, A Aprendiz de Ressabiada e Malévola Máquina Anfíbia, falharam a pedalada de Abril.

Que sórdidas razões se podem esconder por trás deste comportamento?

Querem ver que afinal elas até gostavam daquele momento mensal de pura e gratuita rebarba velopática?

Fêmeas… Vá-se lá entender…

Jersey Crazy Ride

Frinxas él Térribelé ®️ – BRM300 ou seria 400?

A chegada do nosso Ciclista com marca registada e tudo foi épica e continua a surpreender pelo nível de poliglotofilia que apresenta, distribuindo carochas por todos os pódios.

O que é mesmo engraçado é estarmos na presença de alguém que regista strávicamente uma volta de quatrocentos e vinte e um vírgula treze quilómetros como… Workout

Que para os menos versados em língua anglosaxocamónica significa algo como “treinozinho”.

abril2019-crazyride-frinxas

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E ainda um Velopata se queixa que há muita gataria selvagem pelas estradas da Serra do Caldeirão…

prontos, Abril foi isto e felizmente um Velopata já tem sua aeropenca desobstruída de tanto muco, podendo voltar a a espetar grandes empenões a si próprio enquanto prepara suas aventuras que estão já aí ao virar da curva cega.

Como habitual, já sabem que dúvidas, sugestões e reclamações podem ser enviadas para;

jesuisofendidodainternet@deixaumvelopataempazmail.com

 

Abraços velocipédicos,

Velopata

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