Uma Escapadela Altimétrica – a primeira parte do Capítulo Final

- Tenho quase a certeza, a subida para a Torre pela Covilhã está fechada ao trânsito hoje. A dura realidade das palavras proferidas pela Senhora do Hotel atingia Velopata e Agente da Autoridade Anónimo (AAA), com a potência de um soco no estômago, faces torcidas em esgares que qualquer transeunte connoisseur o identificaria - aquela …

Continue lendo Uma Escapadela Altimétrica – a primeira parte do Capítulo Final

Uma Escapadela Altimétrica – parte III

- Está sim? - inquiriu AAA. Na esplanada em Nisa, o dueto percebeu o que há muito se encontrava escrito em garrafais letras brancas contrastando sobre o negro alcatrão - estavam atrasados. Para lá de. O check-in acordado com o hotel seria até às vinte e duas horas da noite de vinte e nove de …

Continue lendo Uma Escapadela Altimétrica – parte III

Uma Escapadela Altimétrica – parte II

O Velopata comandava a Estrela Vermelha serra acima, a Torre já iminente no horizonte. O nosso querido astro brilhava pleno no alto mas a Temperatura não era sufocante. O eterno inimigo vento frontal, fraco ou ausente, sintoma de que a rameira do São Pedro ainda devia dormitar. R.p.m após r.p.m., o Velopata aproximava-se do objectivo de …

Continue lendo Uma Escapadela Altimétrica – parte II

Uma Escapadela Altimétrica – parte I

Contraste. Substantivo Masculino. Oposição ou variação de luz, tons ou cores. Diferença considerável. Comparação para verificar diferenças. Oposição entre pessoas ou coisas. in Diccionário Priberam da Língua Portuguesa.   Se uma palavra existe que permita ao Velopata descrever sucintamente o que foram aqueles três dias de Escapadela Altimétrica à qual ele (o Velopata), acompanhado do seu …

Continue lendo Uma Escapadela Altimétrica – parte I

Meio Evereste

Algo impensável ocorreu neste vosso espaço de referência velointernética, um tenebroso acontecimento que o próprio Velopata jamais podia prever. Uma INVERDADE (à semelhança da classe política, um Velopata não mente), foi publicada. Certamente o mui querido leitor nem s´acardita; como foi possível o Velopata ludibriar, qual Berardo da Velocipedia, a sua horda de milhares de milhões de seguidores? Mas em …

Continue lendo Meio Evereste

A tomada da Mítica EN2 – parte II

Se algum dos mui habituais seguidores deste espaço velocibernético visse o Velopata, enquanto ele mais ou menos se sentia a rebolar pelos corredores do humilde estabelecimento de pernoita com uma só estrela, felizmente Michelin, jamais alguém acarditaria que ele era efectivamente o Velopata, esse mundialmente famoso Ciclista de compleição somali pontuado com anorexia nervosa, escassos minutos em antes de se lançar …

Continue lendo A tomada da Mítica EN2 – parte II

Divisão Velopata – Janeiro tem uma carocha por inteiro

O Velopata trabalhava em sintonia, através de uma vídeo-conferência com reputados cientistas, técnicos, investigadores e pensadores das mais grandes e prestigiadas Universidades deste planeta, nos complicados cálculos físico-quântico-químico-aritméticos do grandioso clube do Strava que é a Divisão Velopata, quando o ícone de um novo comentário publicado no feed facebookiano lhe captou a atenção. Clicando naquele botãozinho, nada podia …

Continue lendo Divisão Velopata – Janeiro tem uma carocha por inteiro

A Odisseia Algarvia 2017: A Maldição da Figueira – parte II

De estômagos carregados de fatias douradas e pastéis de nata, hidratados com limonada fresquinha e excitados com cafeína, também ela fresquinha, com a motivação ao rubro pela carta da queridíssima Lioness of Porches, a horda velopática deixou o Germano Biciarte Café para trás, lançando-se em direção ao IC1. Um Itinerário Complementar, no vulgo IC, designa …

Continue lendo A Odisseia Algarvia 2017: A Maldição da Figueira – parte II

A Odisseia Algarvia 2017: A Maldição da Figueira – parte I

Yo no creo en brujas... Pero que las hay, las hay... Ditado popular castelhano, autoria desconhecida.   04:30 da madrugada de domingo, 08 de Outubro do ano de Sua Santidade Joaquim Agostinho de 2017. Pelas paredes do adormecido quarto velopático ecoa a melancólica voz de Dot Allison na fabulosa faixa que é "Dirge" dos Death …

Continue lendo A Odisseia Algarvia 2017: A Maldição da Figueira – parte I