Uma Escapadela Altimétrica – finalmente, o Capítulo Final

- Estás bem? - Não. Ele sente-se que nem um esfregão da louça esquecido ao Sol durante vários dias. -  Pois, costumas subir melhor... - Cada centímetro que ele subiu foi como tentar espremer um litro de água desse esfregão da louça ressequido.   No cume do topo mais em alto de Portugal Continental, a mítica Torre, …

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Uma Escapadela Altimétrica – parte III

- Está sim? - inquiriu AAA. Na esplanada em Nisa, o dueto percebeu o que há muito se encontrava escrito em garrafais letras brancas contrastando sobre o negro alcatrão - estavam atrasados. Para lá de. O check-in acordado com o hotel seria até às vinte e duas horas da noite de vinte e nove de …

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Meio Evereste

Algo impensável ocorreu neste vosso espaço de referência velointernética, um tenebroso acontecimento que o próprio Velopata jamais podia prever. Uma INVERDADE (à semelhança da classe política, um Velopata não mente), foi publicada. Certamente o mui querido leitor nem s´acardita; como foi possível o Velopata ludibriar, qual Berardo da Velocipedia, a sua horda de milhares de milhões de seguidores? Mas em …

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Divisão Velopata – Em Abril cada carocha dá mil

"Desisti porque comecei a sentir-me cansado." "Uai, como é que é?" "Sim, não estava a correr muito bem e depois comecei a sentir cansaço e achei melhor desistir." Foi com estas blasfemas palavras proferidas por trás do balcão da loja de especialidade velocipédica no Centro do Universo Velopático Conhecido que Lagartixa, aquele que por este …

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