Dia de pausa

Pausa. Substantivo feminino. Suspensão de acção ou movimento. Interrupção momentânea. Intervalo. in Diccionário Priberam da Língua Portuguesa, versão apta para glutenofílicos   Todos precisamos de uma pausa. Pelo menos é o que diz a ancestral sabedoria popular. Particularmente, todos precisamos de uma pausa da pedalada porque estamos cansados. E todos sabemos que pedalar cansado pode originar …

Continue lendo Dia de pausa

Carta aberta ao M.A.I.

O anúncio foi feito com toda a pompa e circunstância a que semelhante decisão governativa obrigava; tendo em conta o número de acidentes graves, acidentes menos graves, colisões, cacetadas, porradas, atropelamentos, caos generalizado e evidências de uma mortandade geral nas estradas portuguesas, o M.A.I. (Ministério da Administração Interna), apresentou uma nova proposta de lei que …

Continue lendo Carta aberta ao M.A.I.

PMF´s velopáticas

PMF. É o acrónimo português equivalente às FAQ´s dos bifes e cámones. Significa Frequently Asked Questions ou em belo português; Perguntas Mais Frequentes. Ao longo do ciclo de vida deste alucinado espaço velointernético, foram várias as questões que o Velopata recebeu; quer da sua horda de mui queridos e atentos seguidores e leitores, bem como de muitos colegas de métier; civis …

Continue lendo PMF´s velopáticas

Divisão Velopata – Se em Outubro te sentires empenado, lembra-te do encarochado

Se há por aí quem se queixe das alterações climáticas, um grupo há de semi-humanos, quais encarnações de deuses somalis, etíopes e de outros países africanos onde se passa muita larica, que só têm a agradecer a Trumps e Companhias Lda., por esta dádiva da humanidade que é o excesso de CO2 e demais poluentes …

Continue lendo Divisão Velopata – Se em Outubro te sentires empenado, lembra-te do encarochado

Os Mandamentos Velocipédicos

Esta é uma história que inicia com uma tempestade daquelas de fazer Harveys, Katrinas, Irmas e Ophelias parecerem uma pedalada na ciclovia. Ciclovia holandesa, claro está, pois pedalar na maioria das ciclovias deste país à beira-mar plantado é uma aventura per se. Segundo os registos dos historiadores, os acontecimentos que o Velopara a seguir descreve terão …

Continue lendo Os Mandamentos Velocipédicos

Avaliação velopatóide: Barras, barrinhas, barritas, barróides, géls, géis e coiso da Prozis

Acompanhado pela Srª Velopata e Velopatazinho, o trio velopático seguia pelo corredor de uma grande superfície comercial dedicado aos produtos naturais e biológicos, suplementos alimentares, chop-chop saudável e vegetarianices em geral, quando no interior da sua mixórdia cerebral, o Velopata sentiu um chamamento nunca antes ouvisto. "Aqui! Aqui! Estamos aqui! Leva-nos! Come-nos! Experimenta-nos!" O Velopata observou a multicolorida prateleira à …

Continue lendo Avaliação velopatóide: Barras, barrinhas, barritas, barróides, géls, géis e coiso da Prozis

Bambis, Caracóis e Crocodilos – o épico (e gelado), final de uma aventura ao Alqueva

Das várias aventuras que o Velopata já fez, um pormenor ocorre que merece ser destacado. A verdade é que até se chegar ao destino a viagem é sempre feita a ritmo confortável e a cavaqueira vai fluindo. Passado esse objectivo, neste caso o Alqueva, rapidamente o sentimento de ciclista ressabiado toma conta da malta e não …

Continue lendo Bambis, Caracóis e Crocodilos – o épico (e gelado), final de uma aventura ao Alqueva

Bambis, Caracóis e Crocodilos – uma aventura ao Alqueva, Parte I

"É já alêm." A.A. informando a distância que falta percorrer até determinado ponto. (A.A. significa Alentejano Anónimo) "Eu sou um gajo optimista." - afirmava o Falso Lento enquanto bebericava uma chávena de café na primeira paragem do dia em Cortelha, ainda nem 30 quilómetros realizados dos 430 planeados. "Tu vais além do optimismo." - rematou o Velopata. "Como …

Continue lendo Bambis, Caracóis e Crocodilos – uma aventura ao Alqueva, Parte I