Divisão Velopata – Carocha cheia em Março trovejada, trinta dias é molhada

No decorrer das últimas publicações subordinadas ao mais grande clube strávico que há registo, a Divisão Velopata, ele (o Velopata), optou por privilegiar a publicidade ao evento que ficará na sua memória (não pela deplorável adesão mas sim devido aos companheiros, palhaços e amigos que marcaram presença, a boa disposição partilhada e a quantidade de mins Stout ingeridas), assim …

Continue lendo Divisão Velopata – Carocha cheia em Março trovejada, trinta dias é molhada

A tomada da Mítica EN2 – a não assim tão épica conclusão

Velopata e Agente da Autoridade Anónimo seguiam lançados de tal maneira que quem os visse jamais acarditaria que ambos os dois haviam cumprido e pedalado os setecentos e trinta e oito vírgula cinco quilómetros da Mítica Estrada Nacional 2 assim, de estalo em um só registo strávico. Frescos e fofos que nem uma alface do Pé de Salsa (são melhores …

Continue lendo A tomada da Mítica EN2 – a não assim tão épica conclusão

Os Dez Mandamentos Velocipédicos – versão urbana

Foi encontrado morto em sua casa. A Jardim da Escócia (Scotland Yard, em cámone), tomou conta do ocorrido, registando o óbito a 5 de Novembro do Ano de Sua Ainda-Desconhecida e Futura Santidade Joaquim Agostinho de 1922. Lorde Carvanon, um reconhecido antropofilíaco obstinado com relíquias egípcias, batia a bota. Atónitos com a macabra cena que presenciaram ao …

Continue lendo Os Dez Mandamentos Velocipédicos – versão urbana

Divisão Velopata – Ande o frio onde andar, no Natal há que pedalar

"Mas olha lá ó Velopata, isso é mesmo coisa de comuna." "O quê?" "Essa tua teoria de deixar de celebrar o Natal a vinte e cinco de Dezembro, isso é mesmo cena à comuna." "Olha lá, Portugal não é um estado laico?" "Sim, mas..." "Sim, mas nada. Se Portugal é um estado laico então todas …

Continue lendo Divisão Velopata – Ande o frio onde andar, no Natal há que pedalar

A Odisseia Algarvia 2017: A Maldição da Figueira – parte II

De estômagos carregados de fatias douradas e pastéis de nata, hidratados com limonada fresquinha e excitados com cafeína, também ela fresquinha, com a motivação ao rubro pela carta da queridíssima Lioness of Porches, a horda velopática deixou o Germano Biciarte Café para trás, lançando-se em direção ao IC1. Um Itinerário Complementar, no vulgo IC, designa …

Continue lendo A Odisseia Algarvia 2017: A Maldição da Figueira – parte II