Uma Escapadela Altimétrica – finalmente, o Capítulo Final

- Estás bem? - Não. Ele sente-se que nem um esfregão da louça esquecido ao Sol durante vários dias. -  Pois, costumas subir melhor... - Cada centímetro que ele subiu foi como tentar espremer um litro de água desse esfregão da louça ressequido.   No cume do topo mais em alto de Portugal Continental, a mítica Torre, …

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Uma Escapadela Altimétrica – a primeira parte do Capítulo Final

- Tenho quase a certeza, a subida para a Torre pela Covilhã está fechada ao trânsito hoje. A dura realidade das palavras proferidas pela Senhora do Hotel atingia Velopata e Agente da Autoridade Anónimo (AAA), com a potência de um soco no estômago, faces torcidas em esgares que qualquer transeunte connoisseur o identificaria - aquela …

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Uma Escapadela Altimétrica – parte II

O Velopata comandava a Estrela Vermelha serra acima, a Torre já iminente no horizonte. O nosso querido astro brilhava pleno no alto mas a Temperatura não era sufocante. O eterno inimigo vento frontal, fraco ou ausente, sintoma de que a rameira do São Pedro ainda devia dormitar. R.p.m após r.p.m., o Velopata aproximava-se do objectivo de …

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A tomada da Mítica EN2 – parte III

Tendes a certeza que aquilo são relâmpagos? O Velopata questionava o Agente da Autoridade Anónimo numa extenuante luta entre conseguir injectar golfadas de precioso oxigénio nos pulmões tentando não bolsar quiçá até regurgitar as anteriores opções alimentares proporcionadas pela visita ao McDonald´s biseuense forrada pelas sobremesas gentilmente fornecidas por Professor Carochas, no decurso de uma excruciante subida para Fail, incontornável …

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A tomada da Mítica EN2 – parte II

Se algum dos mui habituais seguidores deste espaço velocibernético visse o Velopata, enquanto ele mais ou menos se sentia a rebolar pelos corredores do humilde estabelecimento de pernoita com uma só estrela, felizmente Michelin, jamais alguém acarditaria que ele era efectivamente o Velopata, esse mundialmente famoso Ciclista de compleição somali pontuado com anorexia nervosa, escassos minutos em antes de se lançar …

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A tomada da Mítica EN2 – parte I

O Velopata acordou em Chaves com aquela sensação de garganta escalafrada e aeropenca entupida, fruto das alternantes temperaturas de final de estação veraneante que se fizeram sentir pelo reino dos algarves e arredores, ao contrário dos seus gloriosos tempos de juventude onde acordar nestes trânmites era sintomático de uma véspera de copofonia e fumanço em …

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Divisão Velopata – Em Abril cada carocha dá mil

"Desisti porque comecei a sentir-me cansado." "Uai, como é que é?" "Sim, não estava a correr muito bem e depois comecei a sentir cansaço e achei melhor desistir." Foi com estas blasfemas palavras proferidas por trás do balcão da loja de especialidade velocipédica no Centro do Universo Velopático Conhecido que Lagartixa, aquele que por este …

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