Uma Escapadela Altimétrica – finalmente, o Capítulo Final

- Estás bem? - Não. Ele sente-se que nem um esfregão da louça esquecido ao Sol durante vários dias. -  Pois, costumas subir melhor... - Cada centímetro que ele subiu foi como tentar espremer um litro de água desse esfregão da louça ressequido.   No cume do topo mais em alto de Portugal Continental, a mítica Torre, …

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Uma Escapadela Altimétrica – a primeira parte do Capítulo Final

- Tenho quase a certeza, a subida para a Torre pela Covilhã está fechada ao trânsito hoje. A dura realidade das palavras proferidas pela Senhora do Hotel atingia Velopata e Agente da Autoridade Anónimo (AAA), com a potência de um soco no estômago, faces torcidas em esgares que qualquer transeunte connoisseur o identificaria - aquela …

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Uma Escapadela Altimétrica – parte II

O Velopata comandava a Estrela Vermelha serra acima, a Torre já iminente no horizonte. O nosso querido astro brilhava pleno no alto mas a Temperatura não era sufocante. O eterno inimigo vento frontal, fraco ou ausente, sintoma de que a rameira do São Pedro ainda devia dormitar. R.p.m após r.p.m., o Velopata aproximava-se do objectivo de …

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