Episódio 1 – A Origem do Mal

PROJECTO BINA

EPISÓDIO 1 – A ORIGEM DO MAL

O ano é 800 A.J.A.

Isto é, Antes de Joaquim Agostinho.

Um qualquer ermo serrano, abandonado de toda e qualquer proximidade com o que se aparentasse com civilização, num tempo em que as vacinas ainda não provocavam autismo, o 5G não espalhava vírus, não se tinha a certeza se o Planeta era plano e as rodas das Bicicletas ainda nem quadradas eram.

Aquele som do vento assobiando pela desértica paisagem.

Roma é Lei.

Preocupado com o crescente número de “acidentes” mas principalmente atropelamentos em suas via, deixando carroças, quadrigas e equinos em muito mau estado, o Império Romano aprova um Decreto-Lei publicado em Diário da Democracia Dictatorial Republicana Imperial que marcará os anais da História ou Estória, oficializando e regulamentando a construção de… Passadeiras.

A primeira proto-Passadeira da história da bicharada humana, aqui segundo uma maquete de Machado et al; 2020.

Só que as Passadeiras não resultaram.

Ninguém queria saber de Sinalização Vertical ou lá o que era aquela bonécada pendurada em postes.

Nunca esquecendo que 70 e muitos por cento da população de Roma eram essencialmente escravos, muito em voga à época e classificados como coisas abaixo de bicho humano, era apenas natural que os abastados condutores de carroças e quadrigas ligassem patavina às sinalizações verticais – mais, que direito tinham os escravos a atravessar a estrada quando não eram obrigados a uma matrícula, seguro, inspecção periódica obrigatória ou mesmo imposto de circulação? Como podiam revindicar seus mesmos direitos à via se não tinham as mesmas obrigações?

A reacção da Águia Imperial romana não tardou e num gesto de magnificiência e altruísmo político, assim reconhecendo aos escravos o direito a poder atravessar a estrada dotados de condições para não destruir quadrigas e carroças quiçá até magoando um ou outro equino, o Império Romano dotou as Passadeiras de apertado controlo.

E o Mytilus edulis foi o Legionário Romano.

A evolução da proto-Passadeira, agora dotada de um criterioso controlo humano (também segundo Machado et al; 2020).

Não é que a vida de Legionário estancionado de serviço a uma Passadeira fosse trabalho assim tão mau; era certo e sabido que alguns dos mais reputados legionários romanos destacados para grandes passadeiras de centros urbanos levavam uma vida mais ou menos glamorosa (de vez em quando até tinham direito a um prato de sopa com feijão rançoso! Ah, o luxo!), mas a vida de um Legionário de Passadeira no meio de nenhures era… Vá, era tramada. Com F maiúsculo.

Não obstante todo aquele tremendo tédio, Manuelum Apeadum, ou Manél, como era conhecido pelos seus párias aquando do Bacharelato em Artes Militares & Assassínio Legalizado, ansiava por uma carreira de serviço e crescimento militar – e não iria descurar seu primeiro destacamento e missão!

Manuelum Apeadum com o equipamento standard de Legionário de Passadeira; Armadura Monocasco em Aero Ferro, Escudo Ballistek Full Aero Ferro com presilhas integradas em Cromoly, Pilum e Gládio, estes dois últimos os simpáticos avanços tecnológicos militares que permitiram a vasta expansão do Império Romano e sua erh… Uhm… Ah sim, Democracia.

Dia e noite, noite e dia, Manuelum Apeadum mantinha ordem na Passadeira.

O quotidiano de Manuelum Apeadum era mais ou menos isto.
Manuelum Apeadum agradecia sua única companhia na imensidão desértica – aquela árvore sempre permitia umas sessõezinhas de Crossfit para manter a forma.
Aqui podemos ver como Manuelum Apeadum resolve o problema de suas necessidades fisiológicas, mictando atrás da querida árvore contribuindo assim com um fertilizante natural.
Haverá quem durma pior.

Uma madrugada que começava como outra qualquer.

O que viam os olhos de águia de Manuelum Apeadum? Seria uma miragem provocada pela canseira de tanta labuta? Estaria Zeus ou lá quem era a brincar com sua mente?

Manuelum Apeadum não s´acarditava – uma família a penantes aproximava-se da Passadeira.

O chamamento à sua derradeira missão ecoava pelo deserto, a hora de seu teste chegava.

– Alto! Quo vadis? – bradou Manuelum Apeadum erguendo seu pilum.

– Vadis apenas uma família de pobres e famintos escravos que foi vendida ao Amo da província vizinha. Estamos em viagem para lá na esperança de eternamente o servir dignamente porque é o desígnio dos Deuses e coiso.

– Quantos sois?

Há um compasso de espera. Nenhum membro da família ousa proferir um único som.

– QUANTOS SOIS? – insistiu Manuelum Apeadum, agarrando seu pilum com ainda mais vigor.

Uma harmónica tocada por alguém distante é o único som que se sobrepõe à tensão silenciosa daquele impasse.

É que há um problema; nem escravos nem legionário sabiam contar até mais de 4 ou 5, fruto das artimanhas da Democracia romana que assim permitia sua salutar manutenção.

– Um, dois, três… Ah, são sete! – Manuelum Apeadum contava sete escravos quando na realidade apenas tinha cinco na sua frente, comprovando o anterior ponto do Narrador.

– Semos estes que vê aqui, falta só o meu mais piqueno que anda por aí a brincar… Sabe como é, miúdos… – explicou a Mãe esperançosa de uma passagem livre de atribulações. Mãe que ainda não sabia estar grávida do antigo Amo, fruto de uma violação. E de gémeos.

Com o rastulhar de uma moita, um Pequeno Petiz surpreende todos enquanto irrompe em direcção à Passadeira, uma clara tentativa de a passar sem respeitar o protocolo imperial porque… Enfim, petizes serão petizes, não importando a era.

Momento Matrix #1.

– ALTO AÍ! – vociferou Manuelum Apeadum.

Num ápice e já o pilum de Manuelum Apeadum apontava na direcção do Pequeno Petiz, que se detém ante aquela aterradora visão, uma tenebrosa cena quase semelhante a uma reconstituição das escandalosas noitadas na Casa Pia.

Há aquele tenso compasso de espera enquanto alguém, ao longe, volta a soltar uns acordes numa harmónica.

A família está ansiosa – já assistiram a carnificinas piores por muito menos, como quando um escravo subsahariano seu conhecido e cego da fome que o consumia, foi apanhado a tentar roubar uma banana ao Amo.

Aquele Legionário podia acabar com o único herdeiro macho da família.

Herança de merda, é verdade, mas ainda assim, herança.

SCRIIIINCH!

O tenso ambiente cedeu quando o impensável ocorreu.

Absortos nos seus próprios medos e inseguranças, todos falharam em perceber que dobrando uma curva surgia uma em excesso de velocidade e velocidade excessiva Quadriga.

(Nota do autor: a onomatopeia acima pretendia representar a chiadeira das jantes das rodas da Quadriga em excesso de velocidade e velocidade excessiva.)

Curva que o próprio Manuelum Apeadum já tinha notificado a Direcção Geral Imperial das Via Romana não coincidir com a distância de segurança mínima prevista nos decretos-imperiais, de modo a permitir uma eficaz aceleração do veículo, quadriga ou carroça, assim sofrendo um mínimo de danos em caso de atropelamento de escravos – só que já se sabe como eram estas questões dependentes de serviços públicos – nunca obteve resposta.

Mas a verdade é que o pesadelo que tantas vezes o acordava a meio da noite sucedia ali, bem na frente de suas agora arregaladas órbitas.

A Quadriga acelerou.

O estalar do chicote ecoava pela musculatura cheia de VO2max dos equinos.

A Quadriga cada vez mais próxima.

Manuelum Apeadum espreitou por entre seu escudo, ele conhecia aquele condutor.

Era Caius Corruptus, Senador da Corte Imperial da Província ou lá o que era.

Gente fina, culta e instruída.

E gente fina é outra coisa.

O desespero toma conta da família que se lança numa tentativa de salvar seu Pequeno Petiz da Passadeira. E da fúria do FTPmax dos cascos dos equinos e rodas da Quadriga.

Momento Matrix #2.
Momento Matrix #3.

Ao longe a harmónica continua seu matraquear de tensos acordes mas ninguém ouve tal é a chiadeira das rodas da Quadriga em excesso de velocidade e velocidade excessiva.

Terror estampado na face do Progenitor-escravo.

– CUIDADO! – o aterrado grito do Escravo-Pai é o último som a ecoar pela paisagem desértica em antes do grande…

KABOOOM!

Tudo foi tão rápido.

Por instantes, a Quadriga detém-se na outra extremidade da Passadeira.

A situação abate-se como um manto gelado sobre todos os intervenientes, particularmente sobre a família de escravos… Que atropelada e espezinhada jaz nos limites da Passadeira.

Gémeos por nascer incluídos.

A desgraça é total.

Manuelum Apeadum podia jurar por Ares ou lá quem era o Deus da Punhada, sentir seu almariado espírito deixar seu corpo para perseguir e homicidar o causador da ocorrência que podia muito bem comprometer e minar sua carreira militar. Apetecia-lhe encontrá-lo e trespassá-lo com seu pilum.

– Pois é nisto que dá! Têm aquele discurso maniento que devem ter os mesmos direitos que cidadãos respeitáveis como eu e depois olha… – um arrogante Caius Corruptus comentou enquanto sacudia o pó de sua capa.

– Seu… Seu… – as palavras custavam a sair de um xarengado Manuelum Apeadum que não s´acarditava no que ouvia.

– Mas o qu´é que foi? Nunca viu? Vá, não seja legionáriozinho e trate mas é de tirar essa porcaria da estrada que ainda passa aí alguma quadriga e dá cabo de uma roda!

Tamanha falta de respeito para com sua militarice estava para lá de ultrapassada mas Manuelum Apeadum, fazendo das tripas, pilum, nada disse, enquanto mentalmente amaldiçou Cais Corruptus com todas as forças que seu corpo de legionário subnutrido permitiam.

Fúria e raiva e coiso possuem Manuelum Apeadum que segura seu gladium e pilum com tanta raiva como nunca havia sentido.

Tal como se tinha materializado em excesso de velocidade e velocidade excessiva, Caius Corruptus e sua Quadriga desapareceram no horizonte.

E o Mytilus edulis foi novamente Manuelum Apeadum.

Que ali ficou a limpar toda a desgraça.

Manuelum Apeadum enfrentava agora um dilema existencial; cavar sepulturas individuais ou uma vala comum? Quiçá até de modo a reduzir sua carga laboral simplesmente arrastaria os cadáveres da família para longe, esperando que abutres e outros necrófagos fizessem seu trabalho?

Esquecendo-se que, ao contrário da Quadriga, um equino não tem própriamente uma tonelada de madeira como protecção… Alguns quilómetros depois, quando atravessando um escaldante segmento desértico, os equinos de Caius Corruptus…

Sucumbiram devido aos ferimentos.

Os ferimentos nos equinos induzidos pelo “acidente” foram digitalmente removidos nesta fotografia, salvaguardando os mui queridos leitores mais sensíveis. Ou vá, militantes do PAN.

Alternada e lentamente, ambos os dois equinos de Caius Corruptus falecem.

(Nota do autor: posteriormente, quando a notícia que os equinos de Caius Corruptus haviam sido encontrados mortos e abandonados no deserto, alevantaram-se uma série de protestos de militantes do RAN, partido político dos Romanos-Animais-Natureza, exigindo que fosse criada regulamentação para acabar com estes escravos atravessadores de estradas que tanto prejudicavam os equinos.)

A Caius Corruptus restava apenas uma solução.

A longa caminhada a penantes pelo escaldante segmento desértico.

65 ºC à sombra, se as houvesse.

A tórrida imensidão do escaldante deserto.

Com o DNA a desnaturar como quem desnatura mesmo, não tardou para, numa espécie de castigo divino equídeo, também Caius Corruptus desfalecer nas escaldantes areias.

– Olá.

Uma estranha e sobrenatural voz interrompia o finante torpor de Caius Corruptus.

– Olá! Sim, tu aí. Não me estás a ouvir?

– Quem… Quem és… Tu? – as palavras arranhavam a seca garganta de Caius Corruptus.

– Sou a Morte.

– A Morte?!?! Mas a Morte não é assim. – notou.

– Achais mesmo que a Playmobil faz bonécada para meter medo aos putos? Tendes mesmo de te governar com este Fantasma que ainda para mais é de uma coleção de Playmobil diferente da tua e para outras idades. – explicou a Morte.

– Prontoss, prontoss, não se fala mais nisso. Então mas o que foi? Faleci? – a memória da escaldante tormenta regressava a Caius Corruptus.

– Mais ou menos.

– Qu´é isso?

– Qu´é isso o quê?

– Mais ou menos. Que raio de resposta à minha questão se faleci é “mais ou menos”?

– Quereis que vos lembre que estais falecendo de sede no deserto?

– Vá, explica-te lá. – retorquiu um comiserado Caius Corruptus.

A Morte explicou que Caius Corruptus era um afortunado, sendo seleccionado para poder escolher entre duas opções; a condenação à sodomização eterna ou uma segunda oportunidade para regressar ao mundo dos vivos contando que nunca quebrasse o contrato de prestação de serviços a recibos verdes que seria colher almas para alimentar as legiões de Morte.

– Como assim, colher almas? – Caius Corruptus revelou alguma hesitação.

– Tendes de arranjar voluntários que morram para mim. Só assim satisfarás o meu voraz apetite e permitirás aumentar as minhas legiões para combater o reino dos céus!

– Ai é?… E têm de falecer de alguma maneira específica? Tipo facada ou veneno e assim?

– Isso é uma escolha que deixo para ti. – explicou a Morte.

– Epá, negócio fechado! Até já sei o que vou fazer…

– A tua satisfação e motivação para este trabalho deixa-me um pouco… Vá, preocupado. – notou a Morte – Normalmente, ninguém gosta disto assim tanto.

– Tu hádes-te ver! Serei o teu General Número Um! Vou entupir tudo com tantas quadrigas e carroças que as cidades se tornarão impossíveis de andar a pé, não será possível alguém dar um passo numa via qualquer que não seja logo atropelado por uma das minhas máquinas. Ah! Ah! Ah! Ah! – Caius Corruptus e aquela gargalhada clássica de vilão ecoando pelo deserto para rematar.

– Que teus desejos se realizem.

Um negro turbilhão tomou conta da amostra de cérebro de Caius Corruptus, aquela nublada visão de túnel, um cansaço e uma secura extremas e…

Silêncio.

Um choque percorreu o corpo inerte de Caius Corruptus.

E oh, aqueles raios de luz que lhe feriam os olhos.

“Que se teria passado? Que pesadelo tinha sido aquele?” – matutou como quem matuta mesmo enquanto erguia seu corpo da tórrida areia.

Algo estava diferente, ele não sabia bem o quê mas… Sentia seu corpo diferente.

Caius Corruptus ainda não o sabia mas enquanto no seu inerte torpor, eras e séculos passaram e seu corpo sofria uma espécie de metamorfose, qual Kafka do Mal.

Ainda desconhecendo sua nova forma física (e poderes do Demo), Caius Corruptus alevantou-se para observar o deserto à sua volta.

– Estranho, já não está calor… – notou.

– Uai, que cena macabra… A minha capa virou negra. Mas que raios se passa aqui? Será… Será que aquela cena da Morte não foi só um sonho? – matutou como quem matuta mesmo.

Mas em antes que Caius Corruptus pudesse ver estas e outras questões respondidas…

VRRRRRÓÓÓÓÓÓÓMMMMMM!

– Pelo amor de Hades-de… Que raios é aquilo que se aproxima a alta velocidade? – exclamou Caius Corruptus.

Desconhecendo ter sido transportado muitos séculos no tempo, até ao Século XXI e para um de seus genéricos anos D.J.A., ou seja, Depois de Joaquim Agostinho, Caius Corruptus não entendia que estranho objecto era aquele que se aproximava em velocidade excessiva e excesso de velocidade.

Um enlatado.

Provavelmente entretido com a actualização do seu estado numa qualquer rede social, o condutor do enlatado nem se apercebeu da negra figura na estrada à sua frente – e não mudando um milímetro sua trajectória, continou acelerando na direcção de Caius Corruptus.

– ALTO! EM NOME DE ROMA PARAI! – bradou Caius Corruptus.

O problema é que o condutor do enlatado não só se entretinha com likes nas fotos de uma influencer de Ermesinde da qual era grande apreciador, como também trazia seu subwoofer matraqueando uma qualquer kizombada a decibéis pouco saudáveis – conclusão; toca de acelerar ainda mais dada a excitação provocada pelas ondas sonoras.

– MAS QUEM JULGAIS QUE ÉS? EU DISSE PARAI! PARAI EM NOME DE ROMA E CAIUS CORRUP…

Caius Corruptus percebeu que, ou se desviava ou aquele monte de lata em excesso de velocidade e velocidade excessiva o passariam a ferro.

E naquele último momento, Caius Corruptus saltou para o lado enquanto a vil máquina continuou sua aceleração e desapareceu num ápice.

Momento Matrix #4 cortado por falta de orçamento para efeitos especiais. Sobrevivendo à tangente, um embasbacado Caius Corruptus observa enquanto o vil enlatado desaparece no horizonte.

Ainda em choque, e talvez pelo efeito dos poluentes deixados pelo escape do pérfido enlatado ou apenas Sol a mais, foi então que a epifania acometeu o violentado cérebro de Caius Corruptus;

– Se com uma quadriga conseguiria provocar muitos estragos… E se… E se eu arranjasse uma coisa daquelas para mim?

Os olhos de Caius Corruptus raiaram de sangue – ele sabia agora a razão pela qual estava ali.

E não descansaria enquanto não deitasse suas vis manápulas a um enlatado daqueles. A Morte podia ficar descansada – ele manteria sua promessa e seria seu mais grande General colhendo almas para um exército como jamais os infernos haviam ouvisto.

– E depois vêm os Raus! – interrompeu o Velopatazinho.

– Ó filho, os Raus?

– Sim, os Raus! Raaaauuuuu!

– Mas ó filho, os Raus não têm jeito nenhum nesta história. Sabes que os dinossauros e os bichos humanos não conviveram. – o Velopata discordava daquela rompante entrada do Velopatazinho.

– Vem o Tirréxe e o Tops!

– Ó filho, mas o T-Rex e o Triceratops não têm nada a ver com isto e…

– RAAAAUUUUUUU!

E foi assim que, sem o Velopata perceber bem os comos ou porquês e através das fofinhas mãos do Velopatazinho, os dinossauros entraram nesta história. Ou estória.

“To be continued” e coiso…

Abraços (à segura distância higiénica) velocipédicos,

Velopata

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