Divisão Velopata – A Quarentena de Fevereiro empena o Carocheiro

AVISO!

ESE BLOG (OU BLOGUE), E A 

DIVISÃO VELOPATA

ESTÃO SOB QUARENTENA

POR SUSPEITAS DE COVID-19.

(ou pelo menos, o autor não o quer contraír)

É FAVOR FECHAR ESTA PÁGINA,

LAVAR AS MÃOS COM ABUNDANTE ÁGUA CORRENTE

E DESINFECTAR TUDO COM

SHOTS DE MEDRONHO.

O mui querido leitor não s´acardita que esse falgelo social que está a ser este Covid-19 já se embrenhou por entre os mais refundidos recantos strávicos, inclusivé entre as fileiras do grandioso clube que é a Divisão Velopata?

Então atentai como quem atenta mesmo às classificações deste último mês de Fevereiro do ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e vinte e depois vaiam ver se este vosso companheiro, palhaço e amigo do duro circo que é a vida do pedal não tem razão.

A solução?

Medronho.

E nem é aos shots.

É às litronas.

Jersey Papa-Quilómetros

1º Giuseppe Anconelli – 2593,3 Km

2º Placas – 2004,9 Km

3º Professor Carochas – 1924,2 Km

Mais carocha, menos carocha, o Velopata sentia que um dos mais aguardados momentos desde a génese deste grandioso clube strávico finalmente chegaria – Professor Carochas foi destronado da cobiçada jersey quilométrica, encarochado pela pedalada de Giuseppe Anconelli, moçe que como o próprio nome indica é… Nativo de Itália, portantos, italiano.

E o que descobrimos ter os italianos em monte?

Não obstante a invenção dessa lucrativa e empreendedora actividade laboral que é a Máfia e nunca esquecendo, é claro, o presentear deste Terceiro Calhau a contar do Sol com a ermesindense Asia Argento.

asiaargento
Certamente Asia Argento não sofrerá de qualquer estripe de Covid-19, a avaliar pela saúde que transborda.

E se esta distribuição do pódio não é claro indicador que o Covid-19 já figura entre a elite strávica que é a Divisão Velopata, fazendo sentir seus sinistros efeitos, então o Velopata não sabe que mais escrever.

A não ser que talvez… Talvez… (o Velopata até engole em seco na antevisão do que está prestes a escrever)… Talvez o Chegófilo-mor, André Ventura até tenha seu je ne sais quois de razão – a culpa de tudo isto do Coronavírus e Covid-19 e coiso é de quem o trouxe para cá. E adivinhai quem foi?

Um italiano, portantos, a estrangeirada lá de fora.

E esta, hein?

Jersey Carapau de Corrida

1º Fernando Coelho – 33,5 Km/h

2º Pro Ressabiado – 31,2 Km/h

3º Joel Banza – 31,1 Km/h

Diz a Comunicação Social e berra em full Caps Lock a CMTV, que um dos sintomas da infecção por Covid-19 apresenta-se sob a forma de dificuldades respiratórias.

Ora quem o mui querido leitor conhece que pedale a estas ressabiadas velocidades e não apresente dificuldades respiratórias, vulgarmente conhecidas como “bofes de fora”?

Pois, o Velopata também não.

joelbanza
Joel Banza, representante da elite JIC Alumínios BTT/Ciclismo, equipa que, à semelhança da L.A., o Velopata continua a não descortinar a razão por trás do fétiche com alumínio, prepara-se para sua participação no Almodôvar Cycling Challenge (Desafio Velocipédico de Almodôvar, em português), onde conseguiu um excelente oitavo lugar à geral. No percurso pequeno. Aquele onde a competição é entre petizes, idosos e apaixonados casais em Bicicletas Tandem. Ficam aqui os sentidos parabéns velopáticos.

Jersey Cabra da Montanha

1º Giuseppe Anconelli – 23558 m

2º Professor Carochas – 23379 m

3º Frinxas él Terribelé ® – 21715 m

Outro dos sintomas desta estripe de Corona (menos fermentada que a outra, é certo), avançados pelas Autoridades são as dores musculares.

De uma coisa o Velopata tem a certeza – para destronar Professor Carochas do pódio altimétrico também por ele habitualmente dominado, um moçe só o conseguirá se suportar excruciantes dores musculares.

Ou então podeis fazer como o nosso mui ilustre membro de marca registada, Frinxas él Terribelé ®, que parece ter descoberto toda uma nova força motivacional para regressar aos pódios que tantas outras vezes dominou.

frinxas
Frinxas él Terribelé ® protagoniza o Momento Euronews – No Comments deste mês de Fevereiro do ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e vinte.

É importante notar que o Velopata aguarda ainda pelas investigações e futuras considerações das mais altas instâncias (Comité do Tribunal da Comarca Jurídica da Comissão de Inquérito aos Assuntos Parlamentares Strávico-Velopáticos), sobre o que terá Frinxas él Terribelé ® consumido em tão repudiante estabelecimento, assim potenciando sua ascensão ao pódio dos que mais apreciam doses de sofrimento altimétrico.

Jersey Alucinado Diário

1º O Velopata – 45 R.S.

2º Frinxas él Terribelé ® – 41 R.S.

3º Alex Linovitckii – 41 R.S.

Na muito almejada jersey pelos que a) sabem para que serve uma Bicicleta; b) sabem que Greta tem razão; c) até para idas à Padaria ao fundo da rua não dispensam o Strava e d) constantemente entopem o feed strávico de outros; tudo indica que a presença do Covid-19 já faz sentir seus nefastos efeitos pois os habituais ilustres membros Paulo Almeida e David Matos eclipsaram-se do mui prestigiante e prestigiado pódio.

Terá o Covid-19 infectado as confrarias gastronómicas de tripas, portantos, tripeiras?

Terá o Covid-19 contagiado a Pranayama?

E mais uma vez… Aquele decorrente pensamento chegófilo e a vontade velopática de se desinfectar com álcool posteriormente puxando lume… Mais um estrangeiro lá de fora que assalta o pódio – Alex Linovitckii, moçe oriundo das frias e gélidas regiões do leste europeu mas que o Velopata espera ver nestes diários urbanos meandros (mas a uma segura distância higiênica), mais vezes.

Jersey Melhor Batráquio

1º O Senhor Triatlo – 1264,8 Km

2º Filipe Correia – 837,2 Km

3º Comandante Batráquio – 607,6 Km

Se jersey há onde os escabrosos efeitos do Coronavírus aparentam ainda não ter perpetrado suas mazelas, é por entre a elite anfíbia do nosso mui estimado clube.

Muito pode ser dito ou escrito pelos investigadores a mãos com a que é certamente a maleita deste início de Século XXI (a par do novo líder do CDS-PP, o Trumpismo e Chegofilismo), mas, verdade seja escrita, o Velopata decide aqui poupar milhares de milhões de eirios dos contribuintes que seriam gastos a investigar a razão pela qual o Covid-19 aparenta ainda não tocado à porta da elite batráquia – o Coronavírus contagia e infecta pelos pulmões e não através das brânquias.

filipecorreia
Filipe Correia, estreia por entre os anfíbios pódios velopáticos, deliciado por saber que suas brânquias impedirão o contágio do Covid-19, viaja livre das castradoras de pedaladas quarentenas, aproveitando para uma visita até Califórnia, lugarejo da freguesia de Salir, no reino algarvio (ou allgarvio), que não deve ser confundido com a heterómónimócoisa do continente amaricano.

Jersey Lanterna Vermelha

AAA

(Agente da Autoridade Anónimo)

Que pérfidas razões se podem esconder por trás do desaparecimento nas fileiras strávicas do mais grande companheiro de pedalada velopático?

Terá sucumbido ao contagiante jugo opressor tirânico do Covid-19?

Terá privilegiado a colaboração de cacetete ao contrário com tóxicóindependentes por oposição ao nobre acto velocipédico?

Poderá a atribuição desta tão cobiçada jersey servir como força anímica e motivacional para seu regresso à aventura pedalante?

Jersey Melhor Macho Ressabiado

1º Lord Barbudo Refilão

2º Giuseppe Anconelli

3º Frinxas él Terribelé ®

Atentando ao pódio acima como quem atenta mesmo, é inevitável que os mui queridos milhares de milhões de seguidores não se questionem;

– Ó Velopata, será que não estais já cerebralmente contagiado pelo Coronovírus? Porque razão é Lord Barbudo Refilão o Melhor Macho Ressabiado de Fevereiro se nem uma mísera presença nos pódios até agora amostrados tem?

Ao que o Velopata responde; “Não, por enquanto ele está limpinho, limpinho.”

Até porque ele (o Velopata), tem fácil acesso ao melhor antivírus deste Terceiro Calhau a contar do Sol – uma colega de métier cujo progenitor é reputado produtor de Medronho de excelente qualidade.

Sobre os motivos que levam Lord Barbudo Refilão a encarochar a concorrência, vaiam ter de continuar a ler, nunca esquecendo a habitual recomendação velopatóide – ressabiadas dúvidas podem e devem ser sanadas no alcatrão ou trilhos.

Ou… Vá… Corredores das Urgências quiçá até Rolos de Treino se estiverem de Quarentena.

Jersey Melhor Fêmea Ressabiada

1ª A Guerreira do Rio

2ª Pro Ressabiada

3ª Mad Fontinhas

À semelhança da jersey batráquia, também a jersey respeitante às mui apreciadas fêmeas do nosso mui estimado clube aparenta ainda não surtir efeitos do Covid-19, devendo-se tal ao facto destas serem essencialmente moças da estripe batráquia e, como já explicado acima, este Coronavírus ataca pelos pulmões e não pelas brânquias.

Mas não é essa a única razão.

Como qualquer rebarbado leitor destas linhas poderá verificar ao coscuvilhar como quem coscuvilha mesmo os perfis strávicos ou facebookianos das moças – à semelhança da Asia Argento, elas são moçinhas cheias de saúde daquela boa.

(Nota velopatóide: Velopata… Sempre a arriscar solitárias noites no sofá da sala apenas para vosso gáudio.)

vanda
A Guerreira do Rio não apenas distribui carochas anfíbias e pedalantes, sendo aqui fotografada enquanto distribui carochas no Trail do Falcão Real. Mas quando vaiam perceber que as Bicicletas de Bêtêtê (e as celebradas Roda Tuénináiner), foram inventadas justamente para não andar por aí correndo desnecessáriamente pelo mato?

Jersey Crazy Ride

Lord Barbudo Refilão – Atlas Mountain Race

De longe, o grande vencedor do mês de Fevereiro do ano de Nosso Senhor Joaquim Agostinho de dois mil e vinte é aquele moçe cujo modus operandi é impossível não deixar qualquer um boquiaberto – regularmente desaparecido por entre os pódios velopáticos, quando marca sua presença, Lor Barbudo Refilão é logo à bruta.

Este foi o mês onde, acometido daquela sua insanidade boa, falta de amor-próprio e auto-estima (às quais também já nos habitou), deliberadamente e na posse de suas funções psicomotoras, increveu-se e participou na primeira edição da Atlas Mountain Race, prova velocipédica dos mesmos organizadores do sonho molhado velopático (a Trancontinental Race), e cujo adjectivo “dura” nem lá perto chega; consistindo numa travessia velocipédica de mil e cem quilómetros (1100!!!) com mais de vinte cinco mil metros de acumulado (25000!!!), em autonomia através das montanhas marroquinas do Atlas.

Se per se, este já é um desafio daqueles com F maiúsculo, imaginai-vos pedalando por montanhas e vales onde, para além das deslumbrantes paisagens, a atmosfera entupida com a fragância de haxixe sendo processado deve deixar qualquer um cá com uma vontade de pedalar…

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Lord Barbudo Refilão no final da Atlas Mountain Race, mostrando aos agentes alfandegários que aquele pó nos seus sapatos de encaixe não é uma tentativa de contrabando de uma qualquer variante de pólen fumável.
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Sôfregas e deslumbrantes paisagens aguardavam todos os participantes da primeira edição da Atlas Mountain Race. Infelizmente a actual tecnologia ainda não permite ao Velopata partilhar fotografias com cheiros, caso contrário o mui querido leitor podia comprovar o bafo a ganza nestes vales e montanhas.

prontos, Fevereiro foi mais ou menos isto e agora rezemos a Nosso Senhor Joaquim Agostinho para que cheguemos vivos a Março.

 

Como sempre; sugestões, reclamações, jerricans de medronho ou bens de primeira necessidade (por exemplo, cãmbras de ar), podem e devem ser enviados para;

istoésóareinar@tendemuitocuidado.covid-19mail.com

 

Abraços (mas daqueles com a distância higiênica) velocipédicos,

Velopata

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