Isto não são Fake News

Uma lista de escaldantes notícias, provenientes das mais fidedignas fontes às quais o Velopata teve acesso exclusivo.

Não têm de quê.

 

Portugal terá uma equipa de Ciclismo World Tour

Uma bombástica notícia que deixará os mais ferrenhos adeptos desse desporto menor que é a bola à beira de um fanico quiçá até arriscando-se o eclodir de uma guerra civil neste pequeno recanto à beira-mar mal plantado com eucaliptos em monte, numa espécie de variante Tolkieniana que ficará conhecida nos anais da História como A Batalha dos Três Exércitos – num raro gesto de eloquência e civismo, os três grandes clubes desse desporto menor que é a bola; SLB, FCP e SCP, uniram os trapinhos para fundar a primeira grande equipa de Ciclismo portuguesa com estatuto World Tour.

Tentando manter a estrutura inteiramente portuguesa, à semelhança do que os bifes inicialmente fizeram com o Esquadrão da Morte (outrora Team Sky e agora INEOS), os três grandes patrocinadores fornecem suas mais valias;

  • o FCP fornece os Ciclistas, ou seja, todos os Ciclistas da W52-FCP onde, como bem sabemos, qualquer um pode ser Chefe de Fila e vencer Giro, Tour, Vuelta e mais umas quantas clássicas do asfalto ou pavê;
  • o SLB fornece os equipamentos pois toda a gente sabe que as equipas cuja indumentária é dominada pela côr vermelha ou encarnado vencem mais títulos (existem mesmo estudos científicos que não daqueles da Internet que comprovam esta alarvidade cromática), para além de fornecer os advogados e restante Departamento Legal, assim precavendo-se para as certas futuras escandaleiras de enxaropanço, uma vez que quem se safa das acusações como as que acometeram o SLB no transacto ano sem nada acontecer…
  • o SCP fornece a motivação essencialmente através da massa associativa – prevê-se que alguns membros da claque leonina integrem a estrutura da equipa, assim assegurando que os Ciclistas farão das tripas pernas em todas as provas se quiserem evitar cargas de porrada.

Como estamos num país pequeno, pequenino, o orçamento para esta equipa não pode ser assegurado únicamente pelos três grandes clubes desse desporto menor da bola, pelo que, um quarto patrocinador foi chamado – uma das maiores empresas lusas cujos astronómicos lucros são auferidos através da exploração do acesso do proletariado a um dos mais importantes recursos do Século XXI.

A MEO.

Assim definindo o nome da primeira equipa portuguesa World Tour.

Nem Nos Teus Sonhos – MEO Cycling Team

(Nota velopatóide: apesar de 100% portuguesa, a equipa optou por um nome com anglosaxocámonismos porque dá muito mais pinta.)

Ciclistas contratados, resta a necessidade de um Director Desportivo capaz de elevar esta equipa até à fama, fortuna e glória velocipédica. O Velopata investigou como quem investiga mesmo e sabe que nada mais, nada menos que o recentemente elevado a divindade desportiva Jorge Jesus (JJ, para os amigos), está sendo equacionado para o lugar, restando apenas acertar alguns pormenores com os dirigentes do patrocinador MEO que ainda expressam algumas reticências quanto à sua contratação, por receio que aquele estranho dialecto aportuguesado com que JJ comunica possa ser um entrave à correta comunicação com os Ciclistas.

Mas há mais.

O Velopata sabe ainda que Eva Carneiro, antiga massagista do clube bife desse desporto menor da bola que é o Chelsea, afastada de funções por escandaleiras relaccionadas com a prática do amor bom com jogadores do clube, foi contratada para massagista da equipa lusa, assim garantindo não só a motivação dos atletas como também sua leveza (mental e física).

Apesar de ainda não corroborada pelas suas fontes, o Velopata pode avançar com a informação que nada foi deixado ao acaso e de acordo com a crescente moda dos Ganhos Marginais, até um prestigiado cozinheiro está na lista de futuras contratações – nada mais, nada menos que o próprio Ljubomir Stanisic está sendo equacionado, assim garantindo que nenhum atleta fica sem refeições de qualidade e claro, quando algum Ciclista se revelar mais esquisitinho com a comida, nunca esquecer as sábias palavras do reputado Chef que garantirão sua adequada nutrição;

“Fôd$-se, se não queres, vai mas é comer merda ó car$#ho fôd%-se!”

Com a estrutura da Nem Nos Teus Sonhos – MEO Cycling Team definida, restam apenas duas importantes questões – onde será a base desta equipa que todos encarochará e com que Bicicletas pedalarão?

Como os mui queridos leitores vaiam ver, a próxima manchete responde a estas e muitas outras questões.

 

Autoeuropa fecha para dar lugar a uma marca de Bicicletas portuguesa

Num gesto técnico-táctico de irreverência europeia, o (des)Governo mandou a Volkswagen (Enlatado do Volk, em português), praticar o amor bom naquela região anatómica onde a estrela do nosso Sistema Solar não brilha, tendo já colocado em movimento os planos para a transformação da fábrica de enlatados da Autoeuropa numa unidade fabril de Bicicletas totalmente portuguesa, daquelas que são mesmo 100% portuguesas.

(Nota velopatóide: isto do 100% português será muito bonito aí nos primeiros 1 a 2 meses de vida da fábrica pois todos sabemos que a mão de obra portuga é bem mais cara que a chinoca, o que aliado à constante pressão dos mercados exigindo preços escandalosamente mais baixos levará a uma única opção – despedir os funci… Trabalhad… Colaboradores portugas e contratar uma série de vietnamitas e tailandeses que esses até a troco de uma taçinha de arroz branco acompanhado por arroz branco labutam e não chateiam com revindicações de Direitos e Sindicalismos e coiso.)

Esta será uma PPP (Parceria Púbico-Privada), com uma pequena parte de investimento a ser assegurado pelo (des)Governo (estimando-se que ronde os 99,99%), mas estando as inúmeras contrapartidas já asseguradas para as futuras gerações – por cada Bicicleta vendida, o (des)Governo auferirá 1 cêntimo, independentemente do preço de mercado destas – e se isto não é como já dizia a ancestral sabedoria popular, um autêntico negócio da China, então o Velopata não sabe o que será. A adjudicação desta fábrica foi efectuada por concurso público tendo-se sagrado justa vencedora uma empresa criada apenas 1 dias antes do concurso expirar, a ASSIS Lda. (Amigos do Salgado & Sócrates & Isabel dos Santos Limitada), mesmo após o Sexta às 9 apurar que com apenas 1 dia de existência e actividade, esta empresa já devia milhares de milhões de eirios ao Fisco (entretanto perdoados porque… Coitadinhos), para além de outros milhares de milhões aos Bancos, dívida que o nosso Primeiro Ministro assegurou que os contribuintes portugueses não terão qualquer problema em auxiliar ao integral pagamento. Quando questionado sobre estes factos, o Ministro das Infraestruturas e Obras e coiso assegurou que durante a avaliação do processo “não foram encontradas quaisquer irregularidades”, algo no qual o Velopata s´acardita piamente porque já todos conhecemos bem demais a capacidade escrutinante do (des)Governo no que às Parcerias Púbico-Privadas respeita.

Mas o mui querido leitor engana-se ao acarditar-se que esta será apenas e só uma simplória unidade fabril.

Está planeado um gigantesco e técnologicamente avançado complexo industrial, dotando a região adjacente à fábrica de inúmeros laboratórios de investigação, vários túneis de vento, três velódromos (os maiores do mundo e quiçá até da Europa; nunca esquecendo que mesmo sendo um país pequeno, pequenino, insistimos sempre em ter as maiores desnecessárias pontes sobre o Tejo, o maior Bolo Rei, os maiores incêndios, as maiores listas de espera em hospitais públicos, os maiores Centros Comerciais, enfim é tudo à grande), pistas de BMX, circuitos de Enduro e ainda a maior pista de Downhill do mundo (lá está, e quiçá até da Europa), construída com a criteriosamente seleccionada e requintada qualidade que só é possível com recurso às areias recolhidas nas imediações da ponte de Entre-os-rios.

Com a actual taxa e índices de Desemprego caíndo em flecha (reduzindo-se aí para uns escassos 0,00000001% porque isto já se sabe como é que é – há sempre gente que não quer fazer nenhum e viver de papo para o ar), graças à contratação de milhares de milhões de técnicos e investigadores para labutar no novo complexo velocipédico, o (des)Governo prevê ainda auxiliar a Europa nesta árdua luta contra esse falgelo social que é o Desemprego – prevê-se que um sem-número de estagiários das mais variadas áreas (Engenharia Aeroespacial, Engenharia Astrofísica, Engenharia Agropecuária, Engenharia da Linguagem e do Conhecimento – esta última licenciatura existe mesmo, não é devaneio velopático!), serão contratados para aprofundar conhecimentos e adquirir experiência de vida através desse privilégio que é trabalhar numa grande empresa portuguesa enquanto se tenta sobreviver auferindo o Ordenado Mínimo a Recibos Verdes.

O Velopata sabe ainda que reputados investigadores da NASA e AEE estão na mira para os altos quadros da empresa, simplesmente os preços das rendas das habitações na região adjacente ao complexo disparou de tal modo que pagar 1500 eirios por um barraco T0 sem saneamento básico ou electricidade (mas pelo menos o uái-fái nunca falha), levou a que muitos ainda estudem o convite.

– Então mas ó Velopata, como se vai chamar essa marca de Bicicletas? – questiona o mui querido leitor.

O nome escolhido pelo Departamento de Marketing & Publicidade da marca, portantos, especialistas da indústria velocipédica na arte do VMM (Vender Mais Merdas), não podia ser melhor.

TUGA

As Bicicletas Tuga prometem fazer não só as delícias dos exigentes praticantes velocipédicos do amador pelotão ressabiado de fim de semana e dos utilizadores diários como também de idosos e outros bichos humanos que apresentem atestado médico comprovativo de anomalias psíquicas e físicas (a Tuga também produzirá e-bikecoisas), estando prevista a criação de quadros em carbono, aero carbono, full aero carbono, alumínio, alumínio semelhante ao da Cannondale, titânio e até um novo material baseado num também novo elemento descoberto por investigadores portugueses e vietnamitas que já será incluído nas próximas versões da Tabela Periódica e Borda D´Água – o Tugastênio.

O que nos leva a outra manchete.

 

Descoberto um novo material para produção de quadros

A indústria velocipédica não dá tréguas ou tem tempo para descanso e agora que recorreu ao engenho, empreendorismo e mão-de-obra portuga auxiliada pela tailandesa, as inovações seguir-se-ão em catadupa, não descansando até tomar os mercados velocipédicos internacionais de rompante e as Bicicletas Tuga se encontrarem por todos os continentes (escrevendo com letra minúscula, o Velopata espera que seus milhares de milhões de leitores entendam que ele se refere efectivamente aos continentes deste Terceiro Calhau a contar do Sol e não ao hipermercado) e quiçá numa ou outra profundeza de um oceano. Ou mar. Coiso. Porque se até uma lata de Cola foi filmada nas profundezas da Fossa das Marianas…

Mas que características tem o Tugastênio que levam os Engenheiros Aeroespaciais da Tuga a s´acarditar que as Bicicletas produzidas pela marca conseguirão dominar o mercado, disseminando-se por este Terceiro Calhau a contar do Sol?

Colocado na parte esquerda da Tabela Periódica e nas páginas centrais do Dica da Semana, o Tugastênio caracteriza-se uma elevada electronegatividade, ou seja, uma elevada tendência de atrair electrões para si a troco de nada. Um pouco como os portugueses que não podem ver nada à borla que correm logo a fazer fila. De símbolo químico Tg, é um elemento que à temperatura ambiente se consegue manifestar sob todos os estados (sólido, líquido e gasoso – porque lá está, o portuga não é parvo como bem se viu durante a II Guerra Mundial, considerando-se neutro enquanto vendia volfrâmio aos nazis para depois indicar a posição de seus transportes aos aliados), possui coloração vermelho-escuro (ou encarnado-escuro), lembrando um copo transparente de tintol. De cheiro extremamente forte (qualquer portuga que se desloque em transportes públicos a abarrotar sabe que desodorizante é coisa que não lhe assiste), é corrosivo (consegue arruinar a maioria dos subsídios europeus que lhe são oferecidos), e de acordo com últimos dados do OEPN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), é altamente tóxico, manifestando-se seus nefastos efeitos principalmente sobre o cérebro, algo que pode ser facilmente comprovado pela crescente comunidade de adeptos do “partido” Chega, os Chegófilos.

Mas se toda esta toxicidade preocupa alguns dos futuros utilizadores, podeis ficar descansados pois a Tuga garante que aquando da produção de seus quadros, as fibras de Tugastênio são tornadas inertes através da adição entre as resinas de um material deveras importante… O Caril (o tecnológico contributo vietnamita).

Mas em que se traduzem estas características do ponto de vista das aplicações velocipédicas?

A produção de quadros com Tugastênio revelou índices de Aerodinâmica superiores aos de qualquer quadro de carbono tradicional, inclusivé de quadros full aero, pois como qualquer bom português sabe, andar de cabeça no ar é coisa que deveras lhe assiste. Também ao nível da Rigidez, o Tugastênio suplantou todos os restantes materiais do mercado, nunca esquecendo que sempre que Hooligans cámones desse desporto menor da bola nos visitam, se há coisa que não fazem é farinha e terminam sendo escoltados pelos Agentes da Autoridade não porque podem destruir propriedade alheia mas sim para evitar um valente sovanço dos portugas.

Mas se o mui querido leitor s´acardita que as revelações velopáticas se ficam por aqui, atentai como quem atenta mesmo às várias fotografias às quais o Velopata conseguiu ter acesso, revelando alguns dos protótipos da Tuga, prontos a entrar em massiva produção.

Aero2
O modelo Tuga Rsb – a produção da Tuga completamente orientada para o Aero e dirigida à ressabiada elite amadora do pelotão de fim de semana, demarcando-se das restantes concorrentes no mercado pela posição de condução do Ciclista que pedala negativamente inclinado para a frente, referindo os Engenheiros da Tuga que esta é um Bicicleta não orientada para Ganhos Marginais e sim Ganhos À Bruta.
aero3
A Tuga Calhau – o modelo de Endurance da Tuga que apesar de manter algum do perfil aerodinâmico da anterior, a utilização de tubos de Tugastênio de maior espessura torna-a indicada para longas horas no selim e claro, as duras provas de pavê.
Estrada
A Tuga Poli, modelo para qualquer pedalada, naquele que é considerado o mais polivalente dos modelos.
aero4
A Tuga Zero – o modelo verdadeiramente full aero da Tuga que infelizmente ainda aguarda homologação pela UCI (Paraquedas não incluído).
BTT1
A Tuga Náiner, Bicicleta orientada para a prática do Bêtêtê e caracterizada por uma roda 26″ à frente e uma tuénináiner atrás, confirmando a Tuga que o controlo da Bicicleta é altamente melhorado agora que juntou o melhor de dois mundos.
Cidade2
O modelo citadino Tuga Nau, munida de uma vela impermeável que promete não só proteger os mais acérrimos commuters dos pluviosos ciclos menstruais da rameira do São Pedro, como também fazer as delícias destes no que ao FTPmax respeita, principalmente quando o vendaval bate de frente (moça de Ermesinde e bebé não incluídos).
Batraquio2
A Tuga Kona, modelo pensado para toda a elite batráquia praticante de Triatlo.
Dobravel
A Tuga Rainbow, modelo que promete deixar ao rubro os adeptos das Bicicletas Dobráveis e que consegue ser transformada daquela coisa que se parece com um aspirador robot numa Bicicleta em míseros 45 minutos. Um exemplo da astúcia, engenho e desenvolvimento tecnológico da Tuga.
Electrica
O modelo de e-bikecoisa da Tuga, a Tuga Enfermo.

De modo a potenciar toda a investigação produzida nos laboratórios da Tuga e também para render e maximizar os lucros, a marca decidiu não só investir em quadros completos como os acima amostrados pelo Velopata como também recorrer ao Tugastênio para a produção dos mais variados componentes;

Travoes
O novo modelo de travões Sigurate, sendo referenciado pela Tuga que apresentam um potência de travagem largamente superior aos brevemente obsoletos travões de disco.
cadeado3
O cadeado Jafoste promete manter as Bicicletas Tuga sempre a salvo dessa corja que arde num local especial do Inferno que são os ladrões de Bicicletas.
Suporte bidons1
Os novos suportes de bidon Fermenta prometem elevados ganhos marginais ao nível do peso e aerodinamismo, bem como um importante auxílio à correta suplementação do Ciclista através da eficaz manutenção da concentração de Sais minerais e cenas isotonofílicas e coiso.
Suporte bidons2
Para os paladares mais requintados, a Tuga avançou ainda com um outro suporte de bidons que permite o transporte de maiores quantidades líquidas – o Litrona.
guiador1
O novo guiador Aeroaranhafit promete fazer não só as delícias dos amantes de Bikepacking, fornecendo soluções aerodinâmicas para colocação de mais mochilas, alforges e sacolas, como também promete reduzir os problemas ao nível da dormência das manápulas, providenciando um número infinito de posicionamento das mãos dos Ciclistas.
isqueiro
A melhor invenção da Tuga – o isqueiro produzido em Tugastênio que promete fazer as delícias do Velopata, eliminando o peso extra do actual isqueiro de carbono que ele sempre leva nas suas pedaladas.

O Velopata não podia deixar esta publicação sem avançar com a informação dos valores que a Tuga pensa cobrar pelas suas Bicicletas, no entanto, à hora desta publicação revelou-se impossível para as fidedignas fontes velopáticas confirmar as quantias em questão, ficando apenas a confirmação que serão Bicicletas económicas e dirigidas aos bolsos menos afortunados, variando entre os dez mil eirios (10000€), nos modelos mais acessíveis até aos trinta mil eirios (30000€), nos modelos de topo.

Nunca esquecendo que quando as Bêtêtê roda tuénináiner abalroaram o mercado, todos os Ciclistas correram para adquirir uma enquanto descartavam suas rodas 26″, gerando grandes volumes de negócio no OLX e derivados enquanto eram pedidas pequenas bagatelas por verdadeiros Bicicletões em irrepreensíveis estados. Deste modo, também o Velopata aguarda paciente pela entrada das Tuga e dos seus quadros em Tugastênio no mercado, o que forçará Cannondales, Giants & Cias. a reduzir seus preços (exceptuando claro a Specialicoiso que colocará um processo judicial à Tuga sabe-se lá porquê e porque sempre vão continuar s´acarditando que são a última bolacha do pacote velocipédico).

E quem sabe não será esse o dia em que a Estrela Vermelha oficialmente atinge a idade da reforma e o Velopata saca uma Cannondale Synapse ou uma Giant TCR por uma ou até duas tutas e meia?

Ficai atentos.

E não têm de quê.

 

Abraços velocipédicos,

Velopata

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