Divisão Velopata – Em Novembro dá tudo a pedalar, pode o Sol não tornar

“Se quiseres mete o teu ritmo que depois apanho-te na descida.”

Foi com estas palavras que Papa-Figos, comparsa de pedalada do dia e homem cujos pistons são nutridos e mantidos com base numa única e exclusiva dieta à base de Ficus carica, fez o Velopata perceber o crasso erro que havia cometido no que à indumentária velocipédica diz respeito.

“Ouviste? Se quiseres segue que já te apanho.” – insistiu.

Nenhum carreto foi engrenado, mantendo-se o imaculado silêncio serrano enquanto os dois comparsas, Velopata e Papa-Figos pedalaram contíguos.

“Estás bem?” – questionou novamente Papa-Figos.

“N… Nã… Não.” – retorquiu a custo o Velopata.

“Então?”

“Formular uma resposta coerente é difícil. Ele tem o cérebro congelado até às sinapses.”

“Pois, quando te vi não percebi. A semana passada não estava tanto frio e vinhas de calças e casaco. Hoje está um briol daqueles e vens de pernas ao léu?

“A semana passada ele não tinha a depilação feita.”

 

Caros companheiros, palhaços e amigos do duro circo que é a vida do pedal, bem-vindos a mais uma crónica velopática dedicada aos 135 membros do querido clube do Strava que é a Divisão Velopata, desta feita para analisar as prestações deste último mês de Novembro, marcado pela chegada de um estranho calor nórdico-polar.

Mas onde raios foram parar as meias estações?

Que foi feito da Primavera e do Outono?

É um saudoso Velopata que recorda tempos de outrora; quando era possível saír para uma matinal pedalada recorrendo apenas a uma Gore Space Carbon Wind Full Stopper Aero Shield Tex, nomenclatura cámone pomposa para definir o que na sua essência é uma camisola interior; manguitos, que não devem ser confundidos com o blasfemo gesto manual, sendo uma peça de indumentária velocipédica cheia de lógica que consiste em mangas mas sem o resto do casaco e, quando a frescura apertava, uns pernitos que não mais são que uma espécie de meias de liga, qual Moinho Vermelho, ou até mesmo Moinho Encarnado (Moulin Rouge, em avec), com o inconveniente de não serem nada sexy. Que o diga a Srª Velopata quando entra no quarto de banho, forçada a ver o Velopata vestindo estas inglórias indumentárias.

Não que o Velopata esteja a criticar. Pelo contrário. Só não façam é como o Velopata já teve o (des)prazer de observar; moços e moças a pedalar pela serra com a pele dos braços ao léu enquanto as pernas vão cobertas por pernitos. Isso é que não tem lógica nenhuma mas, lá está, que lógica pode haver em malta que ao fim de semana se alevanta da cama pela madrugada, quando muitos ainda recuperam da sua semana de árdua labuta ou quiça uma noite de copofonia, para ir sofrer serra acima montado em brinquedos fabricados numa espécie de plástico absurdamente caro?

O que realmente deixa um Velopata lixado da vida com F maiúsculo é o facto de ele ter gasto, não uma, mas duas pipas e meia de eirios em manguitos e pernitos full aero para nunca chegarem a saír do armário. Este foi mais um ano em que o Velopata passou de pedalar em simples jersey e reveladores da virilidade bib shorts para equipamento de inverno, indumentária em que até o mais anorético dos etíopes ciclistas se sente como um enchouriçado boneco Michelin. Uma espécie de ninja do asfalto, onde nem os olhinhos se conseguem vislumbrar exceptuando, no caso velopático, a protuberante e sempre saliente aeropenca.

“Não mudaste a fralda ao teu filho?” – questionou a Srª Velopata.

“Uai, porquê?”

“Não te cheira a nada?”

“Não, ele cheira sempre ao mesmo… Cheira a Velopatazinho mais fofo!”

“Achas mesmo que esse cheiro é de fofura?”

Ao que tudo indica, o calor polar-árctico parece já ter afetado a bela aeropenca deste vosso compincha do pedal, numa medida tal que os seus receptores olfativos já pouca ou nenhuma variação odorífera detetam, nem quando o Velopatazinho solta aquelas suas descargas de fofura gástrica. Para quando, Assos, Castellis, Raphas e fabricantes da mais variada, ridícula e absurdamente cara indumentária velocipédica; para quando a criação de uma peça que permita que outros abonados de penca como este vosso amigo possam pedalar com os apêndices nasais protegidos do frio?

“Ó Velopata, mas porque razão estás a escrever sobre metereologia e indumentária velocipédica?” – questionará o atento leitor.

Quando a inspiração falha, nada como dissertações sobre climatologia; para desbloquear a coisa junto do público-alvo macho, e sobre indumentária, já que o efeito é semelhante junto das fêmeas.

E tendo em conta as miseráveis quilometragens embutidas nas pernas pela maioria dos membros do clube, o Velopata sente-se na obrigação de lembrar o seu clássico chavão;

“Não existe mau tempo, só mau equipamento.”

E sim.

Naquela manhã de pedalada árctica, o Velopata optou pelo mau equipamento.

Ou talvez fosse só castigo do Além velocipédico por se querer armar em velocromo, mostrando a bonita perninha depilada com temperaturas próximas dos zero graus na nossa mui amada Serra do Caldeirão.

 

JERSEY PAPA-QUILÓMETROS

1º Placas – 1917,7 quilómetros

2º José Pais – 1489,4 quilómetros

3º Velopata – 1443,5 quilómetros

Atenção a toda a comunidade! O Real Distribuidor de Carochas de Biseu foi finalmente destronado e por uma larga vantagem!

O Velopata até aposta que neste momento, à medida que os seus olhos passam por estas linhas, o Real Distribuidor de Carochas Biseuense sente dificuldade em engolir… Engolir a tremenda e monumental carocha que o grande Placas lhe serviu numa bandeja forrada a carbono de alto módulo.

Saberá o mui querido leitor, o sintoma que uma carocha deste tamanho provoca no organismo humano?

Atente na foto abaixo;

placasazia
Mais uma das muitas placas coleccionada pelo Placas, esta com aquele especial sabor.

Apesar do júbilo que o Velopata experienciou aquando do cálculo das estatísticas mensais, ele não pode deixar de sentir uma certa pena da azia que este nosso destruidor de egos e pernas biseuense deve estar a sentir pois ao que o Velopata conseguiu apurar nas suas investigações (ou coscuvilhices), o moço até decidiu pausar a sua distribuição carocheira velocipédica para dedicar as pernas a uma outra modalidade… O Trail.

Trail é engraçado.

Aquilo é basicamente correr pelo mato mas, lá está, muito gostamos nós, portugas, de utilizar anglo-bifesismos ou camónices-saxónicas para categorizar aquilo que já é praticado há anos. Talvez porque essa terminologia dá aquele je na sais quois mais científico e sério à coisa.

Além de engraçado, parece ao Velopata que praticar Trail é um salto evolutivo.

Ao contrário.

Porque outra razão o engenho e destreza humana inventou a bicicleta de Bêtêtê, as actuais poderosas roda tuénináiner, se não para pedalar pelo mato? Usar os xispes para correr pelo mato é coisa de animal bárbaro, primitivo e básico.

Mas se a notícia que o Real Distribuidor de Carochas de Biseu enveredou pela corrida no matagal agradou a todos os membros da Divisão Velopata, quem não achou muita piada foram os praticantes do dito cujo, os trailenses ou lá como se auto-intitula esta malta, que agora se vêem a par com distribuição carocheira a penantes. A eles, o Velopata só pode desejar boa sorte.

E várias caixas de Kompensan.

josepaistrail
O Real Distribuidor de Carochas preparando-se para a sua participação no Trail do Míscaro, pronto a distribuír carochedo em monte ou seja lá o que fôr que esta malta que corre pelo mato distribui entre eles.

Na terceira posição desta almejada jersey assistiu-se ao regresso do Velopata ao pódio, facto ao qual ele se encontra habituado e que não será grande surpresa para quem acompanha este espaço velointernético (presunção e água benta isotónica em monte que vão por aqui). Após a famigerada acrobacia da Odisseia Algarvia e findo o período de recobro pós-esbardalhanço, o Velopata iniciou o processo de perseguição da sua melhor forma velocipédica, espetando empeno atrás de empeno sobre si próprio. Para Dezembro a pedalada que se avizinha no horizonte é negra; não por culpa de São Pedro, mas poque pedalar durante a época festiva alevanta sempre muitos arrufos com a Srª Velopata.

JERSEY CARAPAU DE CORRIDA

1º Pro Ressabiado – 32,2 km/h

2º Mini Pro Ressabiado – 31,9 km/h

3º Moço do Treco – 31,2 km/h

Estes moços não dão hipótese e pelo segundo mês consecutivo lideram a classificação dos marafados que, segundo palavras do querido Pro Ressabiado após a sua participação no Velopasseiosummitcoiso, adoram espalhar magia pelo alcatrão algarvio.

Por magia entende-se o acto de colocar em sofrimento todos os que seguem nas suas rodas.

proressabiado&treco&mini
Da esquerda para a direita podem ver o Moço do Treco, Mini Pro Ressabiado, Capitão Autoridade Celeste, Pro Ressabiado e um semi-combalido, tentando um esgar que se assemelhe a um sorriso após ter sido convencido a participar num “passeio” com a troupe do CDASJ, Aero Boy. Sorte teve o Velopata pois a presença do Capitão Autoridade Celeste permitiu manter grande parte dos ressabiados em sentido durante uns bons quilómetros do Velopasseiosummitcoiso.

Infelizmente o Velopata tem de abrir aqui um parêntesis.

Da mesma maneira que é completa e totalmente desprovido de lógica utilizar pernitos em antes de se cobrir a região superior do corpo, parece que é tendência para os lados de Albufeira, a utilização dos peúgos por cima das calças ou pernitos.

É impressão velopática ou o sentido estético-velocipédico destes moços anda pelas ruas da amargura?

Por acaso também utilizam os peúgos por cima das calças de ganga no dia-a-dia?

Parece-vos bonito?

Parece-vos… Aero?

É certo que essa até foi uma tendência em voga no seio das comunidades mitras mas o Velopata, que até vos conhece pessoalmente, é capaz de jurar que vós sois gente de bem; não sois ouvintes de tecno-quizomba manhoso, não consomem vastas quantidades de estupefacientes de qualidade marroquina duvidosa, nem os vossos enlatados e até mesmo os velocípedes andam por aí a passear carregados de xuning bling-bling, tresandando a azeiteiro.

Todos menos o Pro Ressabiado, claro.

Que é nativo da Quarteira.

Talvez por esse facto seja o único com um sincero e honesto motivo para pedalar equipado que nem um mitra – sentir-se-á mais próximo das suas raízes.

(Nota velopática: há que dar o devido valor à coragem velopática para estar aqui a escrevinhar estas linhas. Se durante os próximos dias ele não vos der notícias, a explicação é óbvia; procurem o seu finado corpo numa qualquer valeta, mutilado com inúmeras marcas de xinos pois, por esta hora, já o Pro Ressabiado reúne um grupo de mitras quarteirenses, obstinados em dar caça ao pobre Velopata para o fazer pagar, retroactivos incluídos, as parvoíces que aqui escreve.)

JERSEY CABRA DA MONTANHA

1º José Pais – 21733 m

2º Placas – 19490 m

3º Luís Abrantes – 19479 m

Esta é a classificação onde o Velopata tem de dar a manete à palmatória.

Se Placas distribuíu azia em monte pela troupe biseuense na classificação dos quilómetros totais percorridos, no que respeita ao total de metros de subida sofridos durante o mês de Novembro, a malta do estrangeiro do norte do país dá poucas ou nenhumas hipóteses à concorrência. Tendo em conta que poucos estrangeiros de outras regiões montanhosas do país ainda não descobriram a maravilha de clube que é a Divisão Velopata, não tendo juntado o seu nome às nossas fileiras, parece ao Velopata que o campeão final desta jersey, no ano de Sua Santidade Joaquim Agostinho de 2017, já se encontra atribuído.

E lá terá o Velopata de gastar mais dos seus duramente auferidos eirios enviando um prémio para Biseu.

JERSEY ALUCINADO DIÁRIO

1º Placas – 53 voltas

2º Carlos Aboim – 36 voltas

3º O Gajo que já foi Prof – 32 voltas

À medida que o mês avançava, o Velopata começou a ficar preocupado; sem razão aparente ou nada que o justificasse, o nosso grande campeão brexitiano Carlos Aboim, desapareceu do feed do Strava, levando o Velopata a temer o pior dado que aquele piqueno ilhéu com manias de realeza, é um dos líderes no que à morte de ciclistas por parte de enlatados diz respeito.

Felizmente o Velopata contactou o moço que parece apenas ter-se ausentado das pedaladas diárias e claro, houve quem logo aproveitasse para o destronar.

carlosaboim
O Campeão Brexitiano confortou o Velopata, reiterando que estava vivinho e de boa saúde, ainda com muitas carochas para distribuír no que à classificação dos moços que realmente entendem para que serve uma bicicleta diz respeito.

Placas contabilizou um total de 53 voltas este mês e com isso junta-se ao reduzido grupo de vencedores de duas distintas jerseys no mesmo mês e atente caro leitor, sem recurso a bombas de ar turbinadas com Salbutamol.

Na terceira posição destaque para o regresso de O Gajo que já foi Prof ao pódio, outro dos muitos imigrantes que marcam presença neste nosso piqueno recanto strávico. Vivendo no Canadá é normal e até aceitável que alguma da cultura canadiana já se lhe tenha embutido no pêlo, o que justifica o seu comportamento; após distribuír carochas pela restante competição num dado mês onde atinge o pódio nesta jersey, sente-se acometido de um enorme sentimento de arrependimento e lá desaparece no mês seguinte.

Tempos houve em que o Velopata foi notificado pela troupe de Biseu que o frio que se faz sentir lá no estrangeiro do norte do país era lixado para a pedalada.

Tende vergonha.

Que poderão dizer então do real calor nórdico-polar-ártcico que O Gajo que já foi Prof enfrenta nas suas pedaladas no estrangeiro lá de fora, sendo até forçado a recorrer a umas luvas que… Bem, de aero têm muito pouco.

luvasfrio
Quando algum membro da Divisão Velopata achar que neste país à beira-mar plantado faz fresquinho, lembre-se – O Gajo que já foi Prof pedala em monte nas suas deslocações casa-trabalho-casa e usa este tipo de luvas.

JERSEY MELHOR BATRÁQUIO

1º O Grande Batráquio – 1185,5 quilómetros

2º Madalena Fontinhas – 898,5 quilómetros

3º João Pedro Oliveira – 762,9 quilómetros

O Batraquiame regozijou com festa rija no charco sob a forma do Tri Run 3.0 de Vilamoura onde, sem grande surpresa, O Grande Batráquio levou o caneco de Campeão Nacional na categoria V1 para o seu lar e com certeza, mais outros anfíbios membros da Divisão Velopata venceram algo nas categorias às quais se podem candidatar.

Mas o Velopata ficou a matutar naquilo, como quem matuta mesmo.

Categoria V1?

Ao que o Velopata conseguiu apurar junto do próprio O Grande Batráquio, V1 corresponde à primeira categoria dos… Velhos.

A sério que o batraquiame acha que um gajo nas suas quarenta e pouco primaveras de idade já é velho?

Será que o batraquiame anda a ser influenciado pelas ideias do actual mercado de trabalho?

Verdade seja escrita, o Velopata não mente quando afirma que tem no seu leque de amizades muitos comparsas do pedal com mais de quarenta primaveras nas pernas, sendo muitos deles capazes de desancar e encarochar o Velopata em qualquer tipo de terreno ou inclinação.

caldeirao
O Grande Batráquio voa para a vitória na categoria V1, montado na sua máquina O Homem Das Bordas.

Quanto aos restantes anfíbios do clube, mantém-se a ditadura do nenúfar protagonizada pelo O Grande Batráquio, estando o assunto praticamente arrumado até ao final do ano.

JERSEY LANTERNA VERMELHA

Luíza Fonseca – 4,1 quilómetros

Alguém conhece esta moça?

Terá ela descarregado a aplicação Strava por engano, acreditando tratar-se de algum comparativo de preços de póchetes e chancas no mercado?

Só o tempo o dirá mas este prémio já ninguém lho tira. Curiosamente foi a menor distância alguma vez pedalada e registada pelo Velopata em todo um mês.

JERSEY MELHOR MACHO RESSABIADO

1º Placas

2º José Pais

3º O Grande Batráquio

Parece justo ao Velopata a distribuição no pódio acima.

Placas esteve presente em três classificações distintas, vencendo duas. Quanto ao Real Distribuídor de Carochas Biseuense, mesmo no mês onde pedalou abaixo das expectativas conseguiu encarochar muita gente.

Alguns poderão estranhar a presença de O Grande Batráquio no pódio. Tal deve-se ao facto de o Velopata acreditar que o moço não pertence a nenhuma categoria geriátrica de batraquiame,  existindo ainda um outro factor desconhecido pela maioria de vós. O Velopata tem na forja um projecto velocipédico do qual O Grande Batráquio pode e deve vir a fazer parte logo, toda a graxa aqui passada será pouca. A seu tempo grandes revelações serão feitas, fica apenas o suspense.

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Digam lá se estes dois marafados juntos não têm pinta de quem vai atingir o glorioso nirvana velocipédico no que à cicloperegrinação diz respeito?

JERSEY MELHOR FÊMEA RESSABIADA

1ª Vanessa Sofia

2ª Lioness of Porches

3ª Madalena Fontinhas

Se o mês parecia enfadonho na maioria das classificações, revelando-se algumas como mais do mesmo, eis que, chegando à tão góstosa classificação das fêmeas, o Velopata foi brindado com uma enorme surpresa.

Se por um lado a piquena e poderosa máquina Verónica Fernandes se encontra a lidar com uma lesão impeditiva da pedalada (o Velopata aproveita desde já para enviar um sentido desejo de melhoras), o que dizer da chegada ao alcatroado pelotão de Vanessa Sofia, parecendo finalmente ter dado ouvidos ao Velopata (ao menos alguém que o faça!), tendo por uns tempos colocado a sua tuénináiner Fantasma (Ghost, em cámone), de parte para finalmente adquirir uma fininha da Cubo.

vanessasofia
Até o sorriso da moça parece mais vivo e brilhante agora que já tem uma fininha para distribuír empenos pelos machos e fêmeas do pelotão amador algarvio.

Postos estes termos, é forte convicção velopática que durante o próximo ano de Sua Santidade Joaquim Agostinho de 2018, Vanessa Sofia deve-se encontrar já a fazer contas aos seus duramente auferidos eirios de modo a poder inscrever o seu nome nos vários granfondues que se preparam pelas terras do Allgarve e arredores. Vai ser agradável ver uma cambada de machos ressabiados forçados a engolir carochas bem grandes e gordas enquanto vêm os seus egos e pernas destruídos por esta demolidora máquina cujas origens no bêtêtê comprovam o seu já premiado currículo.

O Velopata não é grande conhecedor desse monumental mistério que é a mente feminina, afinal de contas, qual é o macho capaz de entender o que vai naquelas mentes, mas certo é que atingindo estas linhas do texto, a Lioness of Porches deve estar já a blasfemar em ze german, que é basicamente o que eles parecem estar sempre a fazer quando abrem a boca, por finalmente ver uma outra fêmea atacar a sua privilegiada posição no pódio ao longo dos últimos meses.

O que é só falso. Parvoíce velopática.

Ao Velopata foi finalmente concedido o obséquio de conhecer pessoalmente esta estrela do pelotão amador algarvio e a moça é realmente uma jóia, quer como pessoa, quer como máquina distribuídora de carochedo e empenos.

lioness&velopata
Lioness of Porches e Velopata posam para a posteridade velocipédica durante a pausa do Velopasseiosummitcoiso, no Germano Biciarte CaféWhere else?

E assim entramos em Dezembro, último mês do ano de Sua Santidade Joaquim Agostinho e última hipótese para ressabiar à grande e à avec por um lugar no pódio e quiçá conseguir um dos tão desejados prémios que o Velopata se encontra já a preparar para o grande Jantar de Gala da Divisão Velopata, a realizar numa futura data de Janeiro de 2018.

Como sempre poderão enviar sugestões/reclamações para;

queremosmaisvelopasseiosummitcoisos@nãopodeseratortoeadireitosenãoperdeapiada.mail.com

 

Abraços velocipédicos,

Velopata

Um comentário sobre “Divisão Velopata – Em Novembro dá tudo a pedalar, pode o Sol não tornar

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