Divisão Velopata – Se em Setembro a carocha cantar, não compres bicicleta para guardar

Mais uma pedalada foi dada na direção da mui aguardada Gala de Fim de Ano Velocipédicopática, pela qual os já cerca de cento e vinte e três marafados membros da Divisão Velopata ansiosamente aguardam, salivando ainda mais ao saberem, em primeira manápula, que o Velopata já lançou os alicerces do que se espera ser uma primeira edição de arromba e um evento a perdurar nos anais da história velocipédica do pelotão amador do Universo Conhecido Velopático e arredores.

Mas com dois meses de competição e ressabio velocipédico no horizonte, siga para a análise do que foi este bondoso mês de Setembro, onde o abrasador calor do Verão começou lentamente a ser substituído por aquele fresquinho outonal.

Jersey Papa-Quilómetros

1º José Pais – 2319 km

2º Velopata – 1666,3 km

3º Luís Abrantes – 1620,4 km

Mais do mesmo.

Novamente a troupe velocipédica de Biseu voltou a distribuir carochas em monte pelos restantes membros do clube, indicando ao Velopata aquilo que ele já percebeu há muito mas teima em não querer acreditar; o seu apelo à guerra carbónica não nutre efeitos na troupe algarvia. Resta ao Velopata aguardar a chegada do Inverno onde, segundo dizem os próprios ressabiados biseuenses, torna-se muito difícil saír para a estrada, acumulando quilometragens como as dos últimos meses, devido às intempéries que São Pedro lança lá no estrangeiro do norte, ao contrário dos restantes membros do clube que vivem nessa região do país onde ninguém trabalha e se fazem férias o ano todo dadas as espectaculares temperaturas tropicais. O Allgarve, portantos.

Mas estão a gozar com o Velopata?

Fiquem sabendo que o Inverno Algarvio também é bastante rigoroso, que a vasta maioria dos algarvios não pedala em estradas junto ao mar, divertindo-se velocipédicamente com empeno atrás de empeno na querida Serra Algarvia que, se pensam que não é fria o suficiente atentem ao seguinte facto que o Velopata experienciou no transacto ano de Sua Santidade Joaquim Agostinho de 2016; numa matinal saída, ao passar por São Brás de Alportel, localizada a uns míseros 15 quilómetros do Centro do Universo Conhecido Velopático que é Faro, o Velopata deparou-se com blocos de gelo na berma da estrada.

Se isso o impediu de seguir a sua pedalada?

Claro que não.

O Velopata vive segundo o seguinte código deontológico velocipédico;

“Não existe mau tempo. Existe sim é mau equipamento.”

Como tal, o Velopata espera que a troupe biseuense não venha com a esfarrapada desculpa da má metereologia. Acendam aí umas velinhas de tofu, uns incensos de seitan ou até podem mesmo arranjar um quadro virgem de pedaladas, não convém é ser um quadro daqueles chineses em crabone, arranjem, por exemplo, um Canyoncoiso que são uma bagatela, sacrificando-o em cerimónia própria a São Pedro. Pode ser que o cromo decida assim colaborar com um Inverno menos duro aí para os lados do estrangeiro do norte.

Um dos destaques do mês nesta desejada jersey prende-se exactamente com o regresso do Velopata ao pódio, com um merecido segundo lugar, fruto da sua preparação para as aventuras que já se avizinham no horizonte velocipédico.

Mas o grande destaque do mês de Setembro coube a um mafarrico oriundo de Setúbal, Amílcar Santos e o seu UEI (Ultra Empeno Internacional), de 401,4 quilómetros, ligando Setúbal à terra de contrabandistas Badajoz, para regressar a Setúbal.

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A troupe do mafarrico Amílcar Santos que participou neste UEI, aqui às portas das terras de nuestros hermanos que no te entiendopresupuesto, coño.

Olhando para a foto acima, o Velopata não pode deixar de constatar que afinal em Setúbal também habitam humanos rijos e saudáveis, pois as recordações de quando ele visitou essa terra de mar e rio na sua infância, o que mais pululava por aquelas ruas eram carochos, esse bicho humano tóxcóindependente heroinómano.

Mas lá está, essas memórias velopáticas são dos anos 90, quando a flanela era mais macia e as drogas faziam maravilhas pelos músicos e pela arte.

Surge ainda uma outra questão ó Sôr Amílcar Santos. Essas fotos são muito bonitas, o percurso e volta que fizeram também mas… Porque raios de toda essa troupe, apenas tu (o mafarrico destesta que o Velopata o trate por você, esqueçendo a herança velopática de Cascais – ´tá a ver, que caturreira?!?!), pertences à Divisão Velopata?

Um escândalo.

Jersey Carapau de Corrida

1º Pro Ressabiado – 32,2 km/h

2º Marco Prima – 32,1 km/h

3º Jorge Gaspar – 31,7 km/h

Foi com enorme agrado que o Velopata viu o seu querido companheiro de pedalada Pro Ressabiado regressar do interregno laboral às lides velocipédicas, regresso esse dotado de uma ressabiante força tal, que de imediato se lançou ao primeiro lugar da tão desejada jersey pelos gajos que não sabem pedalar devagar, apenas pelo simples prazer de pedalar.

Conhecendo o Pro Ressabiado como o Velopata já tão bem conhece, torna-se importante deixar para a posteridade bloguiana velocipédica o aviso ao restante maralhal que ambiciona o que quer que seja nesta jersey; ponham-se a pau com o Pro Ressabiado. O homem é claramente dos ciclistas mais fortes do pelotão amador algarvio e o seu poder de ressabio é impressionante.

Recentemente chegou às dilatadas orelhas velopáticas um sururu de que o Pro Ressabiado anda a fazer passeios de bicicleta com alguns infantes, filhos de amigos.

Quanto a isso o Velopata só pode ter… Medo.

Medo pelas crianças que, à semelhança de quem pedala na companhia deste ilustre ressabiado, devem passar todo a tempo a ouvir palavras de encorajamento como “Coxos!” ou “A minha filha até com uma pasteleira e a pedalar com uma só perna pedalava mais rápido!”.

Resta saber quanto tempo as crianças aguentarão até apresentar queixa por abusos velocipédicos na Segurança Social na Quarteira.

Outro destaque deste mês de Setembro foi a manutenção de Marco Prima no pódio dos Carapaus de Corrida, com uma média muito próxima da obtida pelo Pro Ressabiado, mas analisando o perfil do mafarrico, não sobram muitas dúvidas ao Velopata; Marco Prima mune-se de uma BH e pratica muitos rolos de treino e se tais factos não lembram o querido leitor de alguém então é porque andam por aqui a dormir.

Em terceiro lugar surge Jorge Gaspar, Batráquio de Excelência, que vê assim o seu primeiro lugar do mês de Agosto, usurpado por ciclistas a sério.

O que é estranho.

Tendo em conta que os níveis de humidade são mais baixos em Agosto, seria de esperar que com o ligeiro aumento dessa mesma humidade atmosférica em Setembro, o batraquiame conseguisse manter-se à tona, coaxando e ressabiando à grande. Tal não aconteceu e secretamente o Velopata não pode deixar de sorrir; este é um clube de ciclistas e ver batráquios a enxovalhar malta de perna depilada e rija é só degradante.

Jersey Cabra da Montanha

1º José Pais – 34062 m

2º Luís Abrantes – 23625 m

3º Calhau Rolante – 20424 m

Mais do mesmo.

Será apenas impressão velopática ou o blog está a produzir eco?

Como referido em anteriores publicações, esta é a categoria que o Velopata entende ser mais difícil guerrilhar com a troupe biseuense que voltou a encarochar todo o restante clube, no que respeita ao acumulado praticado durante um mês.

A única luta possível vem do estrangeiro lá de fora que é a Suíça, sob a tutela de Calhau Rolante ao comando da sua WLD (Weapon of Leg Destruction), Cannondale SuperSix Evo que, ao que tudo indica, nos 500 metros que faz ao deixar o conforto do lar, ganha logo uns 1000 metros de acumulado e isto, só para chegar ao fundo da rua onde habita.

Jersey Alucinado Diário

1º Placas – 50 voltas

2º O Gajo que já foi Prof – 49 voltas

3º Tiko Filipe – 33 voltas

A luta velocipédica continua renhida no que diz respeito aos mafarricos que para qualquer volta de bicicleta, não conseguem não ligar o Strava. Seja para ir comprar pão, uma ida ao wc ou um escalfante treino, esta malta não consegue viver sem partilhar “aquela” volta.

Placas e O Gajo que já foi Prof seguem isolados na frente, com larga vantagem sobre a concorrência. Destaque para Tiko Filipe que em tempos ocupou lugares bastante próximos da Lanterna Vermelha do clube, tendo finalmente acordado para a vida velocipédica a bom tempo de ainda poder almejar um lugar nos anais da história deste recanto internético.

O que realmente surpreende o Velopata no que a esta jersey diz respeito é; para onde foi Carlos Aboim, o portuga brexitiano que durante tanto tempo liderou esta classificação? Algo deverá ter ocorrido em Junho deste ano de Sua Santidade Joaquim Agostinho de 2017 pois desde então o moço tem sido um descalabro no que ao número de voltas diz respeito. Terá deixado de comprar pão? Terá mudado de local de labuta? Terá problemas no seu GPS?

São estas as questões que deixam o Velopata de olho aberto à noite.

Isso e como raios poderão os oeirenses ter votado no Tininho depois de tudo o que se passou, mas esse não é um assunto que interesse ao Velopata debater nestas instâncias.

Jersey Melhor Batráquio

1º João Pedro Oliveira – 975,4 km

2ª Pro Ressabiada – 647,8 km

3º Holandês Voador da Quarteira – 586,5 km

A surpresa das surpresas.

Finalmente O Grande Batráquio vê o seu domínio do nenúfar nos últimos cinco meses abalado por uma repentina entrada de João Pedro Oliveira no primeiro lugar do pódio velopático dedicado ao batraquiame.

De imediato surgiram rumores internéticos de que O Grande Batráquio poderia estar a sofrer de depressão pós-coaxal, dado o facto de o seu apuramento para o Mundial do Homem de Ferro Batráquio estar em risco devido aos escassos minutos perdidos aquando da sua tentativa de apuramento em Glasgow (Glasgóvia, em português).

Que fique para o registo que o Velopata não tem dúvidas que O Grande Batráquio conseguirá esse mesmo apuramento, afinal de contas o mundial parece que será disputado em Kona, no Hawai, e como bom e viril macho coaxante que ele é; qual é o macho que não aprecia uma boa visita a esse paraíso que é Kona?

(Epá, que trocadilho mais infame e porcalhão que o Velopata acabou de escrever aqui. Caro leitor e principalmente, leitora, não se sinta ofendido/a. É natural que o Velopata tenha pensamentos impróprios destes pois não se esqueçam que a Srª Velopata foi mãe recentemente.)

Regressando ao charco; apesar do seu excelente resultado, o Velopata não pode deixar de sentir um azedo sabor na linda boca ao analisar a prestação de João Pedro Oliveira e em antes que o questionem dos porquês, atentem ao seguinte comentário protagonizado pelo respectivo, aquando da publicação dos rankings de Agosto;

rolonaoeciclismo

Era mesmo só o que faltava ao Velopata… Um Batráquio a opinar sobre o que é ou não ciclismo… E depois ainda há por aí quem acredite que pode haver paz no mundo…

Do mesmo modo que rolos de treino não são ciclismo, poder-se-à então dizer que fazer piscinas não é batraquismo/triatlo. É a mesma lógica.

em antes que o mafarrico vencedor do Melhor Batráquio neste mês de Setembro se venha defender com um “Ó Velopata, fazer piscinas é tipo velódromo!”, não venha com lenga-lengas para cima do Velopata. Ciclismo de Pista não está para o mui nobre Ciclismo como fazer piscinas está para o Triatlo e essa comparação nem sequer faz sentido. Ciclismo de pista é uma categoria de ciclismo à parte, enquanto que o Triatlo em piscina só faz é mal devido ao cloro que se poderá acumular nas mucosas da vossa pele e brânquias.

E se dúvidas tem que rolos de treino não são Ciclismo, o Velopata desafia-o a vir até ao lar velopático e praticar uma daquelas escalfantes sessões que o Velopata tanto preza. Quando terminar veremos se ainda acha que aquelas “corridas” de 40 quilómetrozecos que vossemecês praticam e chamam de “parte da bicicleta”, cansam tanto como aquela torturante hora. Tudo isto, claro está, como viável alternativa a não correr com as suas reais patinhas de rã do clube pois neste espaço velocibernético não se toleram insolências deste calibre.

Mas porque perde o Velopata tempo com blasfémias destas quando se escreve sobre a única categoria em que uma fêmea consegue distribuir humilhação velocipédica entre machos?

Afinal de contas, é como o Velopata sempre suspeitou, desde aquela sua primeira volta com as Cíclicas, a Pro Ressabiada e a sua WLD anormalmente-aero Cérvelo, é moça para distribuir carochedo em monte pelo restante maralhal ressabiado.

Mas nem tudo são águas turvas neste pântanoso charco onde os batráquios pululam. É com um enorme agrado que o Velopata vê o seu compincha velocipédico Holandês Voador da Quarteira regressar ao pódio , após se ver a pernas com uma debilitante lesão que o impedia de, nas suas próprias palavras, fazer força nas subidas.

Como se o batraquiame fizesse subidas a sério…

Ele há mesmo gente sem noção mas ainda assim, bons olhos vejam o regresso do Holandês Voador da Quarteira à estrada.

Jersey Lanterna Vermelha

Vasco Lopes – 29,6 km

Verdade seja escrita, esta é a categoria mais difícil de analisar pelo Velopata. Não apenas porque isto é malta que raramente pedala como deixam muito pouca informação que o Velopata possa analis… Coscuvilhar.

No entanto, não é anormal que Vasco Lopes coloque tão pouca quilometragem nas pernas, a sua WLD é uma BMC e todos sabemos que os suíços podem ser muito bons a guardar os eirios dos outros ou até mesmo a ser anexados pelos nazis sem mostrar grandes problemas com isso, mas fazer bicicletas é coisa que deviam deixar para nações mais capazes. Como o País Basco e as suas Bicicletas de Homem.

Além de que BMC será o acrónimo de Bicycles Made for Konas (já que se está numa de trocadilhos badalhoco-ordinários), ou veja-se as miseráveis prestações de Teejay Van Garderen e as espectaculares curvas feitas em rectas de Richie Porte, durante este último Tour. Uma miséria.

Compra uma bicicleta a sério, feita por quem sabe, homem! Verás que o mundo parecerá imediatamente um lugar melhor.

Jersey Melhor Macho Ressabiado

1º José Pais

2º Luís Abrantes

3º João Pedro Oliveira

Mais do mesmo.

Uai, não é que o blog está mesmo a fazer eco?

Por ter destronado O Grande Batráquio do seu cativo nenúfar, João Pedro Oliveira tem direito a um terceiro lugar no pódio, apesar dos impropérios proferidos durante o mês.

Quanto aos primeiro e segundo lugares, já diria o George Clooney e diz o Velopata;

Biseu, what else?”

Jersey Melhor Fêmea Ressabiada

1ª Lioness Of Porches

2ª Pro Ressabiada

3ª Verónica Fernandes

Este mês de Setembro revelou-se de uma dificílima análise à prestação das magníficas fêmeas que compõem o grupo.

Se por um lado a Lioness of Porches continua a enxovalhar velocipédicamente a concorrência, por outro lado o Velopata teve o (des)prazer de a dada altura do mês, ler a seguinte volta protagonizada pela respectiva;

lionessracingcar

Claro que a raiva, depois tristeza, depois mais raiva, depois ainda mais tristeza, se abateram sobre este vosso amigo.

Como é possível que alguém no seu perfeito juízo e sabendo já da condição de que padece o Velopata, escreva semelhante barbárie, sabendo que ele a lerá? Começava realmente a parecer que as provocações ao Velopata choviam de todo o lado; primeiro a troupe biseuense e os seus ataques ao clima da Serra Algarvia, depois a blasfémia do batráquio João Pedro Oliveira quanto aos rolos de treino e agora uma blasfémia que faria Bartali dar voltas no túmulo?

O pobre coração do Velopata não aguenta tanto.

O Velopata viu-se na obrigação de convocar uma Assembleia Geral do Consórcio da Junta da Comissão Honorária do Comité da Presidência do Conselho da Divisão Velopática onde Juíz, Juri e Carrasco são um só membro. O Velopata. E o querido leitor já saberá que tanto poder junto só pode resultar num fascismo sem precedentes, Hitlers e Mussolinis sentiriam-se uns meninos da creche.

Após ponderada deliberação restava apenas uma solução; correr com a Lioness of Porches da Divisão Velopata, para que servisse de exemplo no caso de mais algum ignóbil ter ideias tristes para nomenclatura de voltas, mas eis que o inesperado aconteceu durante a Odisseia Algarvia do último domingo, 08 de Outubro de 2017.

cartanathalie

O Velopata não se quer alongar muito neste assunto, mas o nível de corrupção a que esta Lady do pedal chegou, levou o Velopata a ponderar a situação, depois a ponderar ainda mais, como quem pondera mesmo, acabando a pedalar para trás, em seco.

Uma saborosa oferenda corrompível sob a forma de fatias douradas e pastéis de nata no Germano Biciarte Café!

Um mimo.

Porque além de Velopata, ele é… Bolopata.

Que estes factos sirvam de acepipe para o que já muitos leitores aguardam; o relato da miséria que foi esta edição do Ano de Sua Majestade Joaquim Agostinho de 2017 da Odisseia Algarvia.

Não perdendo o raciocínio; pelo menos a moça caíu na real e acabou por manter a sua bicicleta, não a trocando por um enlatado só porque diz que é de corrida e chega aos 300 km/h em 10 segundos, num país onde apenas se pode conduzir a 120 km/h nas auto-estradas e ainda assim matam-se em monte.

Em relação às restantes fêmeas, a classificação manteve-se idêntica à do transacto querido mês de Agosto, com uma ressalva.

Ao que o Velopata conseguiu apurar à hora do término desta publicação, tudo indica que o famoso investigador Giorgios Tsoukalos, cuja razão para tudo o que acontece neste terceiro calhau a contar do Sol serem os extraterrestres, encontra-se já a caminho de Portugal, mais concretamente da Torre e da nossa mítica Serra da Estrela pois, segundo factos relatados pela Malévola Máquina Anfíbia, foram avistados inúmeros O.V.N.I. durante as descidas do Extreme Triathlon Estrela ou Estrela Extreme Triathlon ou Triathlon Extreme Estrela. Coiso.

batráquios

Como sempre podem enviar reclamações, sugestões ou apenas elogios, reconhecendo o facto de que o Velopata é um espectacular ciclista, qual guru velocipédico tipo Gustavo Santos, mas em bom e homem a sério, para:

aiqueeleestátodopartido@istoéamedicaçãoafalarmaisaltomail.com

 

Abraços velocipédicos,

Velopata

2 comentários sobre “Divisão Velopata – Se em Setembro a carocha cantar, não compres bicicleta para guardar

  1. voador

    Viva!
    que trabalheira!

    O comentário do João Pedro Oliveira está certíssimo. Rolo não é ciclismo. Pelo menos não é digno de ser contemplado para o ranking.
    Rolo é muito parecido a ciclismo. Mas na piscina nada se mesmo. Rolo é tipo tomar um banho de imersão. Os quilómetros feitos não tem valor real. Basta não apertar a resistência e está a disparar. Nem deitar-te nos barras aerocoiso fazem um mínimo de efeito na velocidade. Para a divisão velopata deviam ser só considerados os quilometos reais;
    p.e., se o treino foi muito pesado, e o rolo mexeu 5 centímetros, deve contar 0,00005 km. Se não mexeu, zero. ou talvez o valor do contador, zero, zero zero zero zero zero zero zero zero siete.

    Ah, e para tua curiosidade. A primeira bicicleta foi um “draisienne”. Um veículo que juntava corrida e ciclismo. Diz se que foi inventado, depois o sr. Karl von Drais, ter tomado um banho de imersão.
    Todos sabemos para onde isto desenvolveu depois.

    Há quem ainda vive na fase de negação.

    as melhoras

    cumprimentos da Quarteira

    Curtido por 1 pessoa

    1. O seu comentário faz todo o sentido. Na piscina nada-se. Nos rolos de treino não é necessário pedalar. Aquilo acumula quilómetros apenas por nos sentarmos em cima da bicicleta. O que o Velopata ficou mesmo sem perceber foi qual a relação de tudo isto com o Sr. Drais que não inventou a bicicleta. Ele inventou sim um arquétipo da bicicleta, da mesma maneira que uma célula bacteriana não é um ser humano. Pois há quem viva na fase da negação, sim – o batraquiame! Que tem a mania que é ciclista! Obrigado pelos votos de melhoras! Ao que tudo indica em breve ele já poderá começar a fazer rolos mas lá está… Isso ainda não é bem pedalar…

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