A Odisseia Algarvia

The road goes ever on and on, down from the door where it began.

Now far ahead the road has gone, and I must follow, if I can. 

Bilbo Baggins in O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien

O Velopata acordou à hora prevista. Tomou um pequeno almoço bem carregado; iogurte biológico magro com aveia e sementes várias, croissant carregado de chocolate, mega balde de café. Fumou um cigarro na sacada o que revelou uma sensação nostálgica ao repetir a mesma frase referida na última aventura;

“Pôrra, que ´tá frio!”

Equipou-se a rigor sempre tendo em conta o número de quilómetros e a hora à qual estaria previsto chegar a casa, preparou a bicicleta com as já indispensáveis pochetes, confirmou o bom funcionamento das luzes, encheu os pneus, suspirou ao sentir o peso da Estrela Vermelha e fez-se à estrada.

“Merda, já estou meia hora atrasado.”

Como acordado na véspera o Velopata fez uma partida simbólica em Faro, tendo como finalidade as duas primeiras paragens fotográficas do dia, em modo de agradecimento;

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06:40 da manhã; primeira paragem no Bike Lounge Café.

A primeira paragem foi uma homenagem ao Bike Lounge Café onde as tropas se deveriam ter reunido para o defunto Passeio Bike Lounge Algarve Lés a Lés, cancelado por falta de comparência do pelotão velocipédico amador algarvio.

A segunda paragem ocorreu poucos minutos depois, desta vez na G-Ride Concept Bike Store que na véspera cordialmente forneceu um equipamento de luxo para que o Velopata pudesse fazer a sua Odisseia sempre confortável;

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06:50 da manhã na G-Ride. Agradecimento ao puto todo mitra que por lá passeava um caniche e gentilmente tirou a foto.

07 da manhã e o Velopata saía de Faro pedalando em direção a São Brás de Alportel. Claro está, 1 hora atrasado em relação ao previsto.

O Velopata abre agora um pequeno parêntesis. No dia em que o Velopata conhecer o Criador, seja lá ele qual for, a primeira pergunta que lhe vai colocar não será “Dá para pedalar aqui no céu?” e sim “Onde é que anda esse desgraçado do São Pedro que eu tenho aqui um espigão de selim em aço que o quer conhecer?”.

Apesar do frio, que não é grande problema quando temos um equipamento Onda Total Cycling em full carbono, aero carbono mesmo 100% carbono, o vento era totalmente dispensável. Ainda para mais quando parece sempre mudar colocando-se no sentido contrário ao que o Velopata e companhia seguiam. Que dose. Muito obrigado São Pedro. Mas notem que ainda podia piorar. E piorou mas não vamos saltar etapes.

O Velopata pedalou até São Brás de Alportel, atravessou a EN270, vazia de enlatados devido à hora, até chegar ao primeiro ponto nervoso da Odisseia. A primeira passagem pela famigerada N125. Seriam cerca de 40 quilómetros entre Tavira e Vila Real de Santo António. Seria também o primeiro encontro com um dos comparsas de aventura do Velopata, o PP.

Mas que raio de alcunha velocipédica é PP perguntará o leitor. O Velopata concorda e clama por auxílio – por favor alguém arranje uma alcunha velocipédica digna de campeão ao PP.

Seguimos pela N125 sem grandes sobressaltos tendo o PP feito um trabalho exemplar pedalando na frente, permitindo que o Velopata fosse sempre na roda protegido do vento. Sempre que o Velopata sentia o PP fraquejar passava para a frente mas era imediatamente repreendido;

“Deixa-te estar aí atrás que ainda tens muitos quilómetros pela frente! Eu quando já não der mais desligo e vais à tua vida!” – que mais poderia o Velopata pedir.

Parámos em Vila Real de Santo António para a primeira foto da Odisseia, o ponto onde se inicia a Ecovia do Algarve, segundo indicações do PP;

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O Velopata às 09:20 já em Vila Real de Santo António. Só sorrisos após os primeiros 70 quilómetros.
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O Velopata e o primeiro grande, mas mesmo “mais grande” ajudante do dia, o PP.

Uma curiosidade sobre o PP, também ele tem bom gosto na escolha de bicicletas, tendo optado por uma das melhores do mundo. Adivinhou sim caro leitor, o PP também se faz montar numa BH Prisma, o tal quadro que não é carbono mas sim produzido com materiais recolhidos pela Nasa após a queda de um meteorito e gentilmente cedidos à BH.

Em Vila Real de Santo António o Velopata pediu para fazer uma pausa rápida para carregar na cafeína. O PP afirmou não ser dado a esses estimulantes o que fez muita confusão ao Velopata. Isso e o facto de a BH Prisma do PP não ter nome próprio – o que, aos olhos do Velopata é uma injúria à pobre montada.

Descoberto o café ali perto o Velopata entrou para fazer o seu pedido quando foi surpreendido pelo som proveniente da TV;

Dreamers…they never learn…

Passava no canal VH1 um dos últimos videoclips da melhor banda do mundo, os Radiohead; conhecendo bem a letra e aquele tom de voz desgraçado e acabado do Thom Yorke o Velopata não pode deixar de pensar que aquilo poderia ser um mau augúrio. Saindo para a esplanada o Velopata cuspiu na direção do vento, é a técnica medieval para afastar o mau olhado, mas o Velopata ainda não sabia que o seu efeito seria nulo.

Seguimos pela N122 que na opinião do Velopata é uma das mais belas estradas no reino dos algarves, deambulando ao longo do Rio Guadiana. Poucos enlatados e muitos gatos à solta. Vemos mesmo humanos que passeiam gatos como se de canídeos se tratassem.

“Há muitos alemães nesta zona!” – diz o PP justificando.

“Estes alemães são malucos…” – pensa o Velopata.

Pedalamos sempre com o vento contra até Alcoutim onde desta vez é o PP que pede para parar. Necessita baixar o seu nível hídrico e carregar os bidons com água. O Velopata aproveita a deixa e carrega novamente na cafeína. Eis que toca o telefone do Velopata;

“Nós estamos a subir para Martim Longo e vocês onde é que estão?” – do outro lado da linha um Bafo de Pipa Pata Negra Onça esbaforido.

“Estamos em Alcoutim.”

“Só? Mas já deviam estar a chegar aqui?!?!”

“Pois mas já sabes como é que é… Atrasei-me.”

“Ok, bem nós vamos pedalando na vossa direção e já nos encontramos. Até já!”

“Ok, até já!”

O troço seguinte, a N124 que liga Alcoutim a Martim Longo revelou-se um suplício. Vento forte lateral de norte dificultou a tentativa do Velopata e do PP de rolarem rápido para recuperar algum tempo perdido. Várias vezes o Velopata tentou passar para a frente e pedalar um pouco resguardando o PP mas era logo advertido;

“Está quieto. Eu posso ir no red line mas tu tens de te proteger e ir confortável!”

Já em Martim Longo finalmente nos encontramos com o Pipa Bafo de Pata de Onça Negra e o Pro Ressabiado. Foi uma agradável surpresa a presença do Pro Ressabiado, no entanto, o Velopata sentiu alguma apreensão pois o Pro Ressabiado não sabe andar devagar e podia facilmente levar o Velopata à exaustão uns bons quilómetros antes de ter feito metade do percurso. Mandaram vir devido ao nosso atraso e seguimos combinando parar em Cachopo pois o Velopata, já com 158 quilómetros e 5 horas e meia a pedalar começava a sentir o chamamento da natureza estomacal, no vulgo, a larica.

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12:30 e pit-stop em Cachopo. Foto cordialmente cedida pelo Pipa de Bafo de Pata de Onça Negra que só sabe tirar fotos acopladas com irão ver.

Em Cachopo reinou a boa disposição. Enquanto o Velopata carregou numa gigante sandes de queijo, 1 cola, 1 chocolate Lion e um balde de café, o PP avisou que devido ao frio iria arrancar num ritmo calminho esperando depois que o apanhássemos. Na verdade o Velopata sabia que ele estava com medo do ritmo que o Pro Ressabiado e o Bafo de Pita Negra da Pata de Onça poderiam impor. Também o Velopata partilhava esse medo mas a verdade é que estiveram todos no seu melhor. Sempre num ritmo confortável e em amena galhofa seguimos até ao Barranco do Velho onde encontrámos o PP a dar ao serrote sentado numa paragem de autocarro.

Aqui o Pro Ressabiado teve de se separar do grupo e seguir viagem de regresso a casa. O Velopata agradeceu uma, duas, três vezes a presença e ajuda do Pro Ressabiado e seguiu pedalando com o PP e o Onça de Pita de Bafo de Negra Pata até á paragem seguinte – o Germano Biciarte Café. Nota para o vento que após passarmos o Barranco do Velho decidiu mudar de direção ficando agora mais intenso e de Oeste, ou seja e para variar, contra.

Um belissímo trabalho do PP e do Bafo de Pita de Onça de Pata Negra fez com que os quilómetros voassem. Várias vezes ouvimos o PP queixar-se de que estávamos num ritmo muito forte e que o trabalho do Pita de Bafo de Pata Negra da Onça na frente do grupo o estava a desaustinar. Uma ou outra vez ainda vacilou e ficou ligeiramente para trás mas, como fazem os campeões, recuperou a sua posição no trio.

Em Alte, no Germano Biciarte Café fomos muito bem recebidos, como sempre, pelo Pedro. Carregámos nas águas, cafés e ainda fomos brindados com 3 bolos de oferta para cada um. O PP recusou o seu e mais uma vez o Velopata estranhou enquanto comia 2 bolos à lambão; “Mas quem é que recusa bolos de borla?”.

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14:10 no Germano Biciarte Café. Em cima a interação entre o Velopata e o sempre simpático Pedro. Em baixo o PP questiona-se durante quanto mais tempo aguentará. Foto cordialmente cedida pelo Pata de Bafo de Onça Negra da Pita como dá para notar.
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Mesmo já com 204,6 quilómetros nas pernas reina a boa disposição na esplanada do Germano Biciarte Café.

 

Fizémos mais 10 quilómetros até à Portela de Messines quando o trio teve finalmente de se desfazer. Os meus 2 partners in crime seguiram de regresso às suas casas, tendo o PP batido o seu recorde de quilómetros feitos de estalo. Dificilmente o Velopata conseguirá arranjar palavras para descrever a gratidão que sente. Um muito obrigado aos dois!

Seguia-se agora a fase mais complicada do dia. Estava planeada a passagem pelo IC1; um itinerário complementar onde para além do forte vento lateral de oeste os enlatados conduzem como se de uma auto-estrada se tratasse e as temíveis subidas para o Alferce e uma passagem pela Fóia. Ainda no Germano, os companheiros do Velopata tentaram demovê-lo de uma passagem pela Fóia; o PP porque achava que era desgaste a mais, particularmente com o vendaval que se fazia sentir (aqueles últimos quilómetros de subida sem cobertura vegetal iam ser dose), e o Bafo de Pita da Onça da Negra Pata porque não queria que a aventura do Velopata se tornasse ainda mais épica e que não se distanciasse muito no total de quilómetros feitos de estalo na saudável competição entre os dois, que o Velopata lidera atualmente pela margem de 34 quilómetros.

O Velopata seguiu pelo IC1 a uma média de 20 quilómetros/hora, prova do vento forte que se fazia sentir e quase se sentiu empenar nas duas últimas subidas para o Alferce. Começou a escurecer e o Velopata aproveitou o parque de merendas do Alferce para descansar, comer, ligar á Srª Velopata para fazer o ponto da situação, agasalhar-se, pois o dente começava a bater e ligar as luzes da Estrela Vermelha.

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No parque de merendas do Alferce já com 248,9 quilómetros nas pernas e 9 horas a pedalar.

Recuperado e aquecido o Velopata seguiu até Monchique tendo decidido parar para se orientar em relação ao resto do percurso; se valeria ou não a pena arriscar uma subida e descida da Fóia à noite, bem como para se alimentar condignamente;

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Manjar digno de um rei no tasco em Monchique. Nota para o Mil-Folhas que estava divinal. Para quem não sabe, para além de Velopata ele é mil-folhopata. E palmieropata mas esses já tinham ido.

De estômago forrado o Velopata decidiu então seguir o conselho dos seus comparsas e evitar a Fóia. Desceu Monchique até à Nave onde virou à direita na direção de Marmelete e Aljezur. Nem o Onda Total Cycling full aero carbono foi capaz de fazer frente ao frio que se fazia sentir. Se o Velopata saíu descansado e quentinho do tasco onde tinha comido, rapidamente se transformou numa espécie de Michael j. Fox das bicicletas tal não era o tremelicar provocado pelo frio. Só na subida de Casais para Marmelete, que é também ela relativamente longa mas não muito inclinada é que o Velopata conseguiu estabelecer novamente a temperatura corporal. Mas a cada descida, e nessa zona há umas quantas bem rápidas, lá voltava o Regresso ao Futuro que neste caso era o Regresso ao Frio.

Chegando a Aljezur a temperatura do ar pareceu aquecer ligeiramente o que permitiu ao Velopata começar novamente a carregar nas descidas. Mas aqui o São Pedro voltou a fazer das suas.

Ping!

O Velopata sentiu algo molhado embater na testa. “Algum mosquito que se alimentou ainda agora…bah, que nojo!”, pensou o Velopata.

Ping….Ping….Ping, Ping, Ping.

Foi como horror que já com 287 quilómetros feitos e 10 horas e meia a pedalar o Velopata se apercebeu que o mui querido São Pedro enviava agora chuva. “Pôrra, por esta é que não estava à espera…”. Mas assim como chegou a chuva, ou melhor, as 4 ou 5 pingas que alertaram o Velopata, ela desapareceu. O Velopata decidiu manter o plano e seguir até Sagres tendo depois percebido que o vento já não estava agora de Oeste e tinha mudado. Estava agora de Sul pois claro.

Pouco antes de Vila do Bispo o Velopata teve o real cagaço desta aventura. Numa estrada onde a única iluminação eram as luzes da Estrela Vermelha o Velopata percebeu, pela vista periférica, que um canídeo ladrava no quintal de uma casa afastada da estrada e corria na direção da Velopata. Ou o Velopata se movia muito devagar ou aquele cão era parente do Usain Bolt porque a verdade é que num piscar de olhos o ladrar distante estava ali ao lado. Aflito o Velopata pôs-se em pé e sprintou com as forças que ainda tinha enquanto ouvia o restolhar dos arbustos atrás de si, sinal de que o canito tinha acabado de bater o recorde dos 100 metros barreiras e corria já na estrada atrás do Velopata.

330 quilómetros depois e 12 horas a pedalar e o Velopata chegava a Sagres. No Verão, Sagres pulula de vida e agitação, em Novembro é um desterro onde à hora a que o Velopata chegou estava já tudo fechado. Comiserado o Velopata decidiu que o único local onde poderia aquecer e carregar o estômago seria mesmo numa bomba de gasolina.

Na bomba de gasolina o Velopata aproveitou para carregar em 2 chipicaos, 1 kinder bueno e mais um balde de café. Também a moça que estava numa abominável letargia desde as 07 da tarde sem ninguém para atender aproveitou a companhia do Velopata e trocou vários dedos de conversa. O Velopata ficou a saber que a moça ia hoje, domingo, a Lisboa fazer os testes para entrar na Marinha e deseja-lhe toda a sorte do mundo.

Sentindo-se novamente confiante, principalmente devido ao vento que iria agora soprar finalmente a favor, o Velopata fez-se à estrada para o último troço da Odisseia e o que seria com certeza o mais nervoso – atravessar a N125 de Sagres até Faro à noite. Se durante o dia tal proeza já é épica imaginem à noite.

Tudo corria bem, salvo a ocasional rajada de vento lateral, quando a desgraça se abateu sobre a Estrela Vermelha.

CLAC!

Um estalo gigante proveniente da manete direita das mudanças e o Velopata ficou sem conseguir engrenar fosse que mudança fosse. Ainda por cima, foi no final de uma zona de descida onde o Velopata vinha a carregar e claro está, estava na mudança mais pesada. Já com os olhos mareados de lágrimas o Velopata considerou as opções; ou continuava assim, alternando entre o prato 52 e o 36 á frente, o que tornaria algumas das rampas inclinadas da N125 um filme de terror interdito a menores de 18 anos ou abortava a Odisseia Algarvia e telefonava à Srª Velopata para o vir recolher a 3 quilómetros de Portimão, 66 de casa. O Velopata ainda tentou fazer a primeira rampa que surgiu na estrada mas o cansaço já acumulado não iria permitir continuar com a Estrela Vermelha nesta condição.

E foi assim que o Velopata telefonou à Srª Velopata para que fosse em seu auxílio. Resultado; o Velopata ouviu poucas e boas. Pelo caminho à procura do seu amado a Srª Velopata ainda se perdeu, no entanto, o Velopata tem de fazer também uma nota de agradecimento ao staff da recepção do Penina Hotel & Golf Resort que não só permitiram que o Velopata aguardasse num magnífico e confortável cadeirão como forneceram a senha do wi-fi para que o Velopata pudesse entrar em contacto com os companheiros do dia que claro está, aproveitaram para gozar com o facto de que o Velopata é um nabo a mecânica. Trocar uma câmara de ar ainda vá que não vá, chamam-se uns nomes aos gajos que inventaram estas coisas, insulta-se as suas mães mas a coisa vai. Agora resolver o que parecia ser a morte da manete das mudanças da Estrela Vermelha já era estilo chefe de nível de jogo de computador dos anos 80, daqueles que só o nosso amigo sabe o truque para passar.

Cansado, cabisbaixo e muito, mas mesmo muito triste o Velopata nem se lembrou de tirar uma foto ao prestável staff do hotel que marcou o final da Odisseia Algarvia.

A Srª Velopata lá chegou uma hora e pouco depois com cara de poucos ou nenhuns amigos e já no regresso a casa pela A22, numa altura em que muito provavelmente o Velopata ainda estaria na estrada, não fosse o que o Velopata sabe agora ter sido o cabo das mudanças ter partido, o Velopata chegaria encharcado a casa pois os céus abriram-se e caíu uma carga de água do demónio. És mesmo um querido São Pedro. Vai preparando esse lombo para quando um dia te encontrar.

Feitas as contas a Odisseia Algarvia ficou-se pelos 375,8 quilómetros em 13 horas e 38 minutos. O total de desnível acumulado ficou muito abaixo do previsto com apenas 5426 metros de subida – o recorde pessoal do Velopata até á data. A média final ficou-se pelos 27,6 quilómetros/hora o que não foi mau de todo.

Agora é levar a Estrela Vermelha ao médico e claro, fica a promessa de que um dia destes a Odisseia Algarvia será cumprida na sua totalidade. Se o São Pedro não tiver nenhuma ideia daquelas claro.

A quem interessar abaixo está o link para a Odisseia Algarvia no Strava;

A Odisseia Algarvia

Não será de mais agradecer novamente ao Bike Lounge Café, à G-Ride Concept Bike Store, ao PP, ao Pro Ressabiado, ao Bafo de Pita de Onça de Negra Pata e ao Pedro e o seu Germano Biciarte Café. E claro está à Srª Velopata por toda a paciência.

 

Abraços velocipédicos,

Velopata

6 comentários sobre “A Odisseia Algarvia

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